Chelsea vence Monterrey e pega Corinthians na final
Como já esperado, equipe inglesa derrota time mexicano sem dificuldades e conclui partida em 3 a 1 pela semifinal do Mundial de Clubes; Chelsea e Corinthians jogam no domingo, às 8h30
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Band - Sem zebras no Mundial de Clubes. A tão esperada final da competição entre Corinthians e Chelsea vai acontecer: será domingo, às 8h30 (de Brasília), em Yokohama. Sem muito esforço e poupando alguns jogadores, os Blues ignoraram a crise e a desconfiança com o técnico Rafa Benítez para vencer o Monterrey por 3 a 1, nesta quinta-feira, em Yokohama, pela semi do Mundial.
Mata abriu o placar no primeiro tempo. Na etapa final, o time inglês passou como um tsunami pela confusa e assustada defesa mexicana a fez 3 a 0 em três minutos, como Torres e Chavez, contra. E isso com uma escalação quase mista, e com mudanças na formação. De Nigris descontou para o Monterrey.
Benítez, que ainda busca dar uma cara ao Chelsea, deu uma boa mexida no time. O zagueiro David Luiz foi deslocado para a posição de volante, à frente dos zagueiros. A defesa tinha Ivanovic ao lado de Cahill, com Azpilicueta no lado direito. Ramires e Lampard começaram no banco.
Resta saber se o treinador vai manter a formação ou voltará a escalar força máxima. Com isso, até mesmo o brasileiro Oscar, que vem ficando no banco no Inglês, pode sair.
Da arquibancada do estádio de Yokohama, os jogadores do Corinthians viram de perto o adversário na final de domingo. E parte da encrenca que vem por aí.
Domínio azul
A primeira chance de clara de gol foi do Chelsea. Aos 5 minutos, David Luiz, jogando avançado, na frente da zaga, acertou passe preciso para Hazard. Mas o belga, dentro da área, tocou para fora na saída do goleiro Orozco.
O Monterrey foi efetivamente ao ataque dois minutos depois, mas sem levar perigo. O time mexicano tinha dificuldade de ultrapassar a marcação adiantada da equipe inglesa, e o único atacante dentro da área, De Nigris, pouco tocavam na bola.
Aos poucos, o Chelsea se soltava e o futebol dos mais habilidosos do time aparecia. Em jogada pela esquerda, Hazard deixou dois marcadores para trás e fez cruzamento perfeito para Oscar. Mas o brasileiro teve a bola roubada logo depois de matar no peito.
O Monterrey dava sinais de nervosismo. Em jogada tranquila, Meza fez lambança e quase teve a bola roubada por Oscar a poucos metros do gol. Orozco, bravo, tentou animar o time, que sucumbia diante da superioridade e dos nomes estrelados do Chelsea. Isso sem falar na incansável marcação inglesa.
O gol, então, não demorou a sair. Aos 17 minutos, Oscar deu toque de calcanhar para Cole, que passou para Mata livre. O espanhol, que estava sumido, teve tempo de dominar e definir sem chance: 1 a 0.
O domínio do Chelsea se manteve após o gol, enquanto o Monterrey tentava armar alguma jogada. Com os nervos no lugar, o time mexicano chegou com perigo aos 26, em cabeçada sem direção de De Nigris. O susto, ao o que parecia, já tinha passado. E era hora de mostrar algum futebol.
Com o duelo mais equilibrado, o Chelsea diminuiu o ritmo e afrouxou um pouco a marcação. Torres passou a ser mais acionado, mas o atacante tinha dificuldade de encarar os zagueiros do Monterrey. Fora a já conhecida má fase do espanhol.
Situação diferente vivia o rival da mesma posição na equipe mexicana. Referência na grande área e isolado, De Nigris recebia praticamente todas as bolas, quase sempre pelo alto. Foram poucas as chances, mas o suficiente para dar algum susto em Petr Cech.
Mesmo em marcha lenta, o Chelsea soube administrar e levou a vantagem mínima para o vestiário.
Anotou a placa?
Se o Monterrey planejava reagir, a animação acabou com três minutos. De forma implacável, como se quisesse resolver logo, o Chelsea foi para cima e fez logo 2 a 0 com segundos, com Torres.
O massacre azul continuou. Sem deixar o Monterrey respirar, o time inglês atropelou: manteve a pressão e fez o terceiro em seguida. Hazard chegou fácil pela direita e tocou para o meio da área, em busca de Oscar. Mas antes a bola tocou em Chavez e entrou. Com menos de cinco minutos, o Chelsea já havia liquidado da fatura em Yokohama.
Hazard, cada vez mais à vontade, dava show particular. Em bela jogada pelo lado esquerda, o belga fez fila e por pouco não ampliou.
Com a vantagem, o Chelsea administrava o jogo, sem dar muitas chances ao Monterrey. O time mexicano só foi ter uma oportunidade real de sair do zero aos 23, com Delgado. Mas o chute saiu fraco e Cech, seguro, defendeu facilmente.
Benítez mudou o Chelsea duas vezes na casa dos 20 minutos. Sacou David Luiz para a entrada de Lampard, poupou Mata para a entrada de Paulo Ferreira e depois, aos 33, tirou Torres para lançar Moses.
As mudanças deram algum gás no Chelsea, que ainda tentou ampliar. Moses era um dos que buscavam mais o jogo, mas o restante do time parecia mais preocupado em fazer a bola rodar e se poupar. Bastava esperar o tempo passar.
O Monterrey ainda deu sinais de vida aos 46 minutos, com o incansável De Nigris, que acabou premiado com um gol. Já era tarde. E nem os jogadores do Corinthians que estavam no estádio viram, já que haviam ido embora pouco antes. Não importava. O que eles precisavam ver já tinha acontecido antes. E talvez não tenham gostado muito.
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