Central de grampos ilegais de SP será investigada
Delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Maurício Blazeck, vai abrir um inquérito para apurar denúncias contra o órgão mantido pelo comando da PM de Presidente Prudente, em uma parceira com a Secretaria da Segurança Pública; jornalistas e delegados podem ter sido espionados
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247 – Após denúncias sobre um suposto esquema ilegal de escutas telefônicas mantido no governo de Geraldo Alckmin (PSDB), o delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Maurício Blazeck, disse ontem que abrirá um inquérito para investigar o caso.
A central funcionava havia seis anos na sede do comando da Polícia Militar de Presidente Prudente (a 558 km da capital), em uma parceira entre a Secretaria da Segurança Pública e o Ministério Público. Ela foi criada em pelo então secretário da Administração Penitenciária, Antonio Ferreira Pinto, para monitorar presos do PCC, mas pode ter grampeado de forma ilegal pessoas sem ligação com o crime organizado, como delegados e jornalistas.
Um boletim de ocorrência foi registrado pelo radialista João Alkimin, autor de um blog sobre segurança pública. Sandro Barboza, da TV Bandeirantes, também afirma que foi procurado por um PM que lhe mostrou uma gravação de um telefonema com um desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.
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