Centrais sindicais reforçam mobilização para ato contra Reforma da Previdência

Após o recuo de Michel Temer de colocar a reforma da previdência em votação esta semana, a greve geral marcada para amanhã foi adiada, mas a mobilização para um ato público de repudio à reforma foi reforçada. Em Fortaleza, o ato acontece a partir das 8 horas da manhã, com concentração  no cruzamento das avenidas 13 de maio e Universidade, organizado pela Frente Brasil  Popular no Ceará e pelas centrais sindicais. O presidente da CUT Ceará, Wil Pereira, reforça convocação e destaca a importância de manter a mobilização. "Mais do que nunca, precisamos – e vamos – permanecer em estado de alerta, vigilantes e mobilizados para impedir a votação dessa Reforma da Previdência.Um ataque nefasto e que retira direitos fundamentais da classe trabalhadora"

Após o recuo de Michel Temer de colocar a reforma da previdência em votação esta semana, a greve geral marcada para amanhã foi adiada, mas a mobilização para um ato público de repudio à reforma foi reforçada. Em Fortaleza, o ato acontece a partir das 8 horas da manhã, com concentração  no cruzamento das avenidas 13 de maio e Universidade, organizado pela Frente Brasil  Popular no Ceará e pelas centrais sindicais. O presidente da CUT Ceará, Wil Pereira, reforça convocação e destaca a importância de manter a mobilização. "Mais do que nunca, precisamos – e vamos – permanecer em estado de alerta, vigilantes e mobilizados para impedir a votação dessa Reforma da Previdência.Um ataque nefasto e que retira direitos fundamentais da classe trabalhadora"
Após o recuo de Michel Temer de colocar a reforma da previdência em votação esta semana, a greve geral marcada para amanhã foi adiada, mas a mobilização para um ato público de repudio à reforma foi reforçada. Em Fortaleza, o ato acontece a partir das 8 horas da manhã, com concentração  no cruzamento das avenidas 13 de maio e Universidade, organizado pela Frente Brasil  Popular no Ceará e pelas centrais sindicais. O presidente da CUT Ceará, Wil Pereira, reforça convocação e destaca a importância de manter a mobilização. "Mais do que nunca, precisamos – e vamos – permanecer em estado de alerta, vigilantes e mobilizados para impedir a votação dessa Reforma da Previdência.Um ataque nefasto e que retira direitos fundamentais da classe trabalhadora" (Foto: Fatima 247)


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Ceará 247 - Após o recuo de Michel Temer de colocar a reforma da previdência em votação esta semana por falta de votos, a greve geral marcada para amanhã foi adiada, mas a mobilização para um ato público de repudio à reforma foi reforçada. Em Fortaleza, o ato acontece a partir das 8 horas da manhã, com concentração  no cruzamento das avenidas 13 de maio e Universidade, organizado pela Frente Brasil Popular no Ceará e pelas centrais sindicais.

Em nota, o presidente da CUT Ceará, Wil Pereira, reforça convocação e destaca a importância de manter a mobilização. "Mais do que nunca, precisamos – e vamos – permanecer em estado de alerta, vigilantes e mobilizados para impedir a votação dessa Reforma da Previdência. Um ataque nefasto e que retira direitos fundamentais da classe trabalhadora. Sabemos o tamanho da nossa responsabilidade e do nosso compromisso. Sigamos na luta! Sempre!".

Wil Pereira também destaca a necessidade da continuidade das demais ações de pressão sobre o parlamentares. "Da mesma forma, devem continuar as atividades de pressão sobre as bases dos parlamentares para que não votem a favor da reforma. Vamos continuar as interpelações dos parlamentares em locais públicos, panfletagem e recepção nos aeroportos. Vamos continuar denunciando quem pretende votar a favor da reforma, e enviando mensagens para seus gabinetes".

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A Frente Brasil Popular do Ceará também reforçou a mobilização. "Mobilização no Ceará segue forte. Permanecemos em estado de alerta e vigilantes para impedir a votação da nefasta Reforma da Previdência. Ato em Fortaleza ocorrerá no dia 5 de dezembro, às 8 horas. Vamos todos e todas ás ruas dizer um basta ás reformas deste governo Golpista".

Da mesma forma, a Frente Povo Sem medo, mantem a convocação das suas bases. "A Frente Povo Sem Medo compreende que a ameaça permanece, exigindo mobilização permanente dos setores populares contra este grave ataque do governo Temer. Por isso, de nossa parte, manteremos as manifestações de rua marcadas para o dia 5 em várias cidades brasileiras e apoiaremos todas as paralisações dos trabalhadores. Seguiremos com a orientação de unidade com a Frente Brasil Popular na construção destas atividades".

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