Centrais sindicais pressionam deputados para votação do mínimo regional

A CUT-RS, comandada por Claudir Nespolo, e centrais sindicais realizam um mutirão nesta terça-feira (11) na Assembleia Legislativa, com o objetivo de pressionar deputados para votarem o projeto do salário mínimo regional de 2017, enviado pelo governador José Ivo Sartori (PMDB), que prevê um reajuste de 6,48%, igual ao mínimo nacional e abaixo da variação do INPC de 6,58% em 2016; as entidades querem a aprovação de uma emenda que garanta um aumento de 8,49% retroativo a 1º de fevereiro, data-base do chamado piso regional, como forma de repor uma perda de 1,89% ocorrida no ano passado, conforme cálculos do Dieese

A CUT-RS, comandada por Claudir Nespolo, e centrais sindicais realizam um mutirão nesta terça-feira (11) na Assembleia Legislativa, com o objetivo de pressionar deputados para votarem o projeto do salário mínimo regional de 2017, enviado pelo governador José Ivo Sartori (PMDB), que prevê um reajuste de 6,48%, igual ao mínimo nacional e abaixo da variação do INPC de 6,58% em 2016; as entidades querem a aprovação de uma emenda que garanta um aumento de 8,49% retroativo a 1º de fevereiro, data-base do chamado piso regional, como forma de repor uma perda de 1,89% ocorrida no ano passado, conforme cálculos do Dieese
A CUT-RS, comandada por Claudir Nespolo, e centrais sindicais realizam um mutirão nesta terça-feira (11) na Assembleia Legislativa, com o objetivo de pressionar deputados para votarem o projeto do salário mínimo regional de 2017, enviado pelo governador José Ivo Sartori (PMDB), que prevê um reajuste de 6,48%, igual ao mínimo nacional e abaixo da variação do INPC de 6,58% em 2016; as entidades querem a aprovação de uma emenda que garanta um aumento de 8,49% retroativo a 1º de fevereiro, data-base do chamado piso regional, como forma de repor uma perda de 1,89% ocorrida no ano passado, conforme cálculos do Dieese (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio Grande do Sul 247 - A Central Única dos Trabalhadores (CUT-RS) e centrais sindicais realizam um mutirão nesta terça-feira (11) na Assembleia Legislativa, com o objetivo de pressionar deputados e deputadas para que votem o projeto de lei (PL 9/2017) do salário mínimo regional de 2017, enviado pelo governador José Ivo Sartori (PMDB), que prevê um reajuste de 6,48%, igual ao mínimo nacional e abaixo da variação do INPC de 6,58% em 2016. As entidades querem que o projeto seja votado em plenário com a aprovação de uma emenda que garanta um aumento de 8,49% retroativo a 1º de fevereiro, data-base do chamado piso regional, como forma de repor uma perda de 1,89% ocorrida no ano passado, conforme cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo a CUT-RS, o projeto também passa a trancar a pauta de votações da Assembleia e as centrais avaliam que a matéria precisa ser apreciada o quanto antes pelos parlamentares. “Cerca de 1,3 milhão de trabalhadores estão com os seus salários corroídos pela inflação e estão na expectativa do reajuste para recompor o seu poder de compra”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

Depois, às 14h, as centrais prometem lotar as galerias do plenário da Assembleia para acompanhar a sessão de votação do projeto. “Queremos respeito, valorização e dignidade para os trabalhadores que recebem os menores salários no Rio Grande do Sul”, ressalta Claudir.

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No último dia 4, os trabalhadores foram também recebidos pelo presidente da Assembleia, deputado Edegar Pretto (PT). Eles reclamaram da longa espera para a votação e defenderam a emenda, que é inferior à reivindicação de 10,65% feita pelas centrais, mas está sendo apoiada na perspectiva de ser aprovada pela maioria dos deputados e das deputadas.

 

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