Cemig paga R$ 588 mi ao governo e pode ajudar no 13º

A Cemig deve garantir parte do 13º salário dos servidores estaduais de Minas com R$ 588 milhões, valor que fez o lucro da empresa cair; o governo precisa de aproximadamente R$ 3 bilhões para quitar a folha de pagamento; a concessionária aderiu ao plano de regularização de créditos tributários do Estado, que tem participação de 17% nas ações da empresa, e ganhou 95% de desconto em juros e multas para débitos fiscais atrasados

A Cemig deve garantir parte do 13º salário dos servidores estaduais de Minas com R$ 588 milhões, valor que fez o lucro da empresa cair; o governo precisa de aproximadamente R$ 3 bilhões para quitar a folha de pagamento; a concessionária aderiu ao plano de regularização de créditos tributários do Estado, que tem participação de 17% nas ações da empresa, e ganhou 95% de desconto em juros e multas para débitos fiscais atrasados
A Cemig deve garantir parte do 13º salário dos servidores estaduais de Minas com R$ 588 milhões, valor que fez o lucro da empresa cair; o governo precisa de aproximadamente R$ 3 bilhões para quitar a folha de pagamento; a concessionária aderiu ao plano de regularização de créditos tributários do Estado, que tem participação de 17% nas ações da empresa, e ganhou 95% de desconto em juros e multas para débitos fiscais atrasados (Foto: Leonardo Lucena)


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Minas 247 - A Cemig deve garantir parte do 13º salário dos servidores estaduais de Minas com R$ 588 milhões, valor que fez o lucro da empresa cair. O governo precisa de aproximadamente R$ 3 bilhões para quitar a folha de pagamento. A concessionária aderiu ao plano de regularização de créditos tributários do Estado, que tem participação de 17% nas ações da empresa, e ganhou 95% de desconto em juros e multas para débitos fiscais atrasados.

A Secretaria de Estado da Fazenda, por meio da assessoria de imprensa, afirmou que não há informações sobre a origem do dinheiro ou da escala de pagamentos do 13º. Mas, em entrevista publicada pelo jornal O Tempo em 3 de outubro, o secretário da pasta, José Afonso Bicalho, disse que a principal fonte seria exatamente esse programa. “Estamos providenciando (dinheiro para o 13º), principalmente através do Novo Regularize. Acredito que até o final de novembro e início de dezembro já tenhamos esse equacionamento”, afirmou Bicalho. 

O 13º referente a 2016 somou cerca de R$ 2,7 bilhões e foi pago em três vezes: dezembro, janeiro e março de 2017. Grande parte do dinheiro veio da venda da folha de pagamento para o Banco do Brasil, o que gerou receita de R$ 1,85 bilhão.

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