Catalão e Rio Verde são as prefeituras mais transparentes do Estado
Avaliação realizada pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) mostrou que os sites das prefeituras de Catalão e Rio Verde são os mais completos no cumprimento da Lei de Acesso à Informação. Tribunal chegou a multar 23 prefeitos por deixaram de cumprir a lei. Sites das prefeituras de Aparecida de Goiânia, Anápolis e Goiânia foram citados entre os piores na pesquisa do TCM. Esses portais deixam de publicar informações como repasses, licitações e despesas
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Goiás 247_ A Lei nº 12.527/11, conhecida como Lei de Acesso à Informação – LAI, está sendo cumprida satisfatoriamente pela Prefeitura de Catalão. A informação é do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que avaliou os portais eletrônicos dos municípios goianos. De acordo com o TCM, os melhores portais do Estado são os de Catalão e Rio Verde.
Após a avaliação, 23 prefeitos foram multados pelo TCM, por deixaram de atender o que determina a LAI. De acordo com o Tribunal, a maior parte desses municípios não faz atualização de maneira periódica e publica as informações de forma incompleta.
O levantamento do TCM levou em consideração a competência e estrutura organizacional do portal, informações sobre repasses e transferência, despesas, licitações e contratos, dados gerais de programas e perguntas frequentes.
Após a avaliação, os portais dos municípios foram classificados como: incompleto, satisfatório e inexistente. Apesar de ter sido criada em 2011, a LAI completou um ano que está em vigor no último mês de maio.
Reportagem da Rádio 730 mostrou que os sites das prefeituras de Aparecida de Goiânia, Anápolis e Goiânia foram citados entre os piores na avaliação feita pelo TCM. Esses portais deixam de publicar informações como repasses, licitações e despesas.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247