Casos de chikungunya no Ceará somam 13 mil entre janeiro e maio

De janeiro até a segunda semana de maio foram confirmados mais de 13 mil casos. Fortaleza responde por mais da metade dos casos de chikungunya registrados no Ceará: são 8 mil casos só neste ano

De janeiro até a segunda semana de maio foram confirmados mais de 13 mil casos. Fortaleza responde por mais da metade dos casos de chikungunya registrados no Ceará: são 8 mil casos só neste ano
De janeiro até a segunda semana de maio foram confirmados mais de 13 mil casos. Fortaleza responde por mais da metade dos casos de chikungunya registrados no Ceará: são 8 mil casos só neste ano (Foto: Fatima 247)


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Agência Brasil - São crescentes os casos de febre chikungunya, no Ceará, este ano. De janeiro até a segunda semana de maio foram confirmados mais de 13 mil casos. 

A chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e do Zika vírus, e chega a ser mais debilitante. A febre surge logo no início da doença e as dores nas articulações podem durar meses.

Em 2016, a Secretaria da Saúde do Ceará classificou a doença como epidêmica, com 31 mil casos confirmados. A estimativa é que a cada dez pessoas picadas pelo mosquito transmissor, pelo menos sete fiquem doentes.

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Assim como na dengue e na zika, a transmissão da chikungunya começa quando o Aedes aegypti pica uma pessoa doente.

De acordo com a coordenadora de Proteção à Saúde da secretaria, Daniele Queiroz, o vírus se multiplica rapidamente e o mosquito começa a infectar outras pessoas dentro de apenas dois dias.

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Além disso, as pessoas que ficaram doentes podem passar o vírus para diversos mosquitos durante dez dias.

Fortaleza responde por mais da metade dos casos de chikungunya registrados no Ceará: são 8 mil casos só neste ano.

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A prefeitura lançou campanha para engajar a população no combate ao Aedes aegypti.

Desde 2016, quando o número de casos começou a crescer de forma significativa, os agentes de endemias passaram a visitar casas, prédios e comércios periodicamente para procurar focos do mosquito e aplicar telas em caixas d'água.

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Também foram autorizadas as entradas em residências e terrenos abandonados, mesmo sem a permissão dos proprietários.

Para a secretária de Saúde de Fortaleza, Joana Maciel, a adesão das pessoas é um dos principais aspectos do combate ao Aedes aegypti.

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Além das ações de combate ao mosquito, um grupo de especialistas do Ceará se reuniu, a convite da prefeitura, para formar grupos de pesquisa sobre a chikungunya e a forma como a doença evolui, no estado.

 

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