Cartaxo: Camilo trouxe o Ceará ao século 21
"O Estado do Ceará pousou no século XXI, pilotado pelo governador Camilo Santana (PT), por meio dos projetos de logística portuária e aeroviária; de infraestrutura e comunicação de dados; de produção de conhecimento tecnológico para área da saúde", diz Joaquim Cartaxo, superintendente do Sebrae/CE
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Por Joaquim Cartaxo
O Estado do Ceará pousou no século XXI, pilotado pelo governador Camilo Santana (PT), por meio dos projetos de logística portuária e aeroviária; de infraestrutura e comunicação de dados; de produção de conhecimento tecnológico para área da saúde.
Logística portuária. Quando assinou, em 2017, o memorando de entendimento entre o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) e o Porto de Roterdã, considerado um dos principais equipamentos mundiais em movimentação de carga, o governador conectou o Ceará à economia global do século XXI.
Logística aeroviária. Irá se instalar no Ceará, na capital Fortaleza, o centro de conexões aeroviárias da Air France-KLM/ Gol que possibilitará voos diretos para Paris e Amsterdã e, consequentemente, intenso incremento nos circuitos turísticos cearenses.
Infraestrutura e comunicação de dados. Em agosto de 2017, foi lançado o South Atlantic Cable System, a primeira rede de cabos submarinos de fibra ótica conectando a África ao Brasil, diretamente, cuja obra será liderada pela Angola Cables e reforçará a posição do Ceará como polo nacional de infraestrutura e comunicação de dados.
Conhecimento científico. Polo Tecnológico e Industrial da Saúde do Eusébio possui como âncora a Fiocruz, no qual funcionará a primeira fábrica de vacina de base vegetal da América Latina sob a responsabilidade do Instituto Bio-Manguinhos, posicionando o Ceará na vanguarda da produção tecnológica em saúde.
O que os pequenos negócios têm a ver com isso?
Esses projetos impactarão positivistamente o ecossistema socioeconômico cearense, gerando mais empregos, renda, receita pública e novas oportunidades de negócio a partir de suas respectivas cadeias de valor.
Assim sendo, são incomensuráveis as possibilidades de encadeamentos produtivos formados por empresas âncoras e pequenos negócios como fornecedores de bens e serviços, os quais já são responsáveis por quase 1/3 do PIB e 58,7% dos empregos formais do Ceará.
Arquiteto urbanista e superintendente do Sebrae/CE
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