Carta Capital: PSB é o vitorioso desta eleição
Revista Carta Capital, que chega às bancas neste final de semana, destaca o crescimento do PSB em todo o país e como o fortalecimento da legenda impulsiona o partido para voos mais altos; Apesar de tudo, o presidente nacional da sigla, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, diz que o PSB irá apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014
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PE247 - A revista Carta Capital que chega às bancas neste final de semana traz em sua matéria de capa uma reportagem sobre o PSB e o seu presidente nacional, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos. A matéria com quatro páginas sobre o desempenho da legenda aponta o PSB como o grande vencedor deste pleito municipal Brasil afora. A expectativa é que o partido consiga eleger 500 prefeitos, turbinando o partido de forma a deixá-lo apto a competir no plano nacional. Em duas outras páginas, dedicadas a uma entrevista com Campos, o governador diz que o PSB tem o direito de crescer nacionalmente e que irá apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014.
De acordo com a reportagem, a expectativa socialista é chegar ao fim destas eleições municipais com 465 prefeituras, entre elas cidades importantes como Recife (PE, Fortaleza (CE), Curitiba (PR), por exemplo, além de disputar o segundo turno em várias outras capitais.. No último pleito o PSB ganhou o comando de 310 municípios em todo o país.
Sobre o rompimento da histórica aliança com o PT, o cacique socialista afirma que a disputa está restrita ao campo local e que o partido não teve envolvimento sobre o fim da parceria em cidades como Belo Horizonte (MG), considerada estratégica para o Partido dos Trabalhadores. Em Recife, Campos disse que os eu candidato, Geraldo Júlio, somente foi lançado após a crise interna do PT ter levado a uma demora na escolha d o sucessor do atual prefeito João da Costa (PT). Geral tem chances de ser eleito já no primeiro turno.
Na entrevista, Campos garante a manutenção da aliança com o PT em nível nacional muito embora observe que “o PSB nunca foi satélite ou sublegenda do PT. O governador lembra, ainda, dos apoios dados pelo seu partido nas eleições em que disputou em 1989, 1994 e 1998. Em 2002, a legenda lançou candidato próprio, mas apoiou Lula no segundo turno. Sobre as brigas localizadas com o Partido dos Trabalhadores, ele afirma não acreditar que esta situação vá interferir na relação do PSB com o governo Dilma. Ele também afirma enfaticamente que, neste momento, o mais importante é ajudar a presidente Dilma a fazer um bom goeno e que o partido irá apoiar a sua reeleição em 2014.
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