Caos financeiro é a justificativa de Marchezan sobre mudanças no IPTU
O prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB) encaminhou à Câmara um novo Projeto de Lei com alterações na cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de Porto Alegre; através de nota, ele diz que a cidade atravessa um evidente caos financeiro "e temos a expectativa de que diante de todas as necessidades que a população enfrenta, de todas as dificuldades que a prefeitura tem para pagar fornecedores e pagar também os servidores, a gente possa aprovar o projeto ainda esse ano”; em setembro os vereadores rejeitaram, por 25 votos a dez, outro projeto do Executivo que previa mudanças no IPTU
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Por Sul21 - O prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB) encaminhou à Câmara de Vereadores na quinta-feira (07) um novo Projeto de Lei (PL) com alterações na cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de Porto Alegre. A data era limite para que a proposta possa ser votada ainda neste ano.
Em setembro, os vereadores rejeitaram, por 25 votos a dez, outro projeto do Executivo que previa mudanças no IPTU da Capital. A votação ocorreu após uma sessão de 16 horas, que teve até uma carta de Marchezan, dirigida ao legislativo e lida pelo líder do governo, Moisés Maluco do Bem (PSDB), na qual o prefeito lamentava profundamente a “falta de compreensão” dos vereadores, já antecipando a derrota que sofreria.
Confira a nota a respeito do novo projeto encaminhado à Câmara:
A cidade atravessa um evidente caos financeiro, e temos a expectativa de que diante de todas as necessidades que a população enfrenta, de todas as dificuldades que a prefeitura tem para pagar fornecedores e pagar também os servidores, a gente possa aprovar o projeto ainda esse ano.
Independentemente da votação ou da aprovação da nossa proposta, era importante encaminhar o PL para ter a oportunidade de retomar esse debate.
Outros municípios, como Santa Maria, Pelotas e Viamão, também fizeram a votação ao final do ano. Não estamos aumentando as alíquotas nem mexendo nas travas inflacionárias, portanto não há exigência da noventena.
O espírito do projeto segue sendo o de promover justiça e recuperar uma defasagem histórica no IPTU da Capital. Nosso compromisso maior é o de garantir os recursos devidos para investimento nas políticas públicas que são o dever da administração municipal.
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