Campanha de Salvador será a 4ª mais cara

Capital baiana estima gasto total de até R$ 62,3 milhões; dos principais candidatos, Nelson Pelegrino (PT) é quem prevê maior cifra (R$ 20 mi), seguido por ACM Neto (DEM), e por último, Mário Kertész; segundo levantamento do portal G1, Neto tem o quinto maior patrimônio pessoal entre os candidatos do País

Campanha de Salvador será a 4ª mais cara
Campanha de Salvador será a 4ª mais cara (Foto: Raul Spinass/Folhapress)


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247 – Com seis candidatos à Prefeitura, Salvador terá a quarta campanha mais cara do País. Os políticos pretendem gastar R$ 62,3 milhões. O valor, na verdade, é uma estimativa do limite de gasto máximo liberado para as campanhas e podem ou não ser inteiramente usados. O levantamento, que envolve as disputas nas 26 capitais brasileiras, foi feito pelo portal G1. No total, os 192 candidatos preveem gastar até R$ 1,254 bilhão nas campanhas.

Outra notícia sobre os soteropolitanos, também segundo levantamento do G1, é a de que ACM Neto, na disputa em Salvador pelo DEM, tem o quinto maior patrimônio pessoal dentre o de todos os candidatos do País. Segundo dados entregues à Justiça Eleitoral, ACM Neto soma R$ 13.327.167,12 milhões. A soma de todos os patrimônios é de R$ 379,2 milhões. No ranking geral, o candidato que declarou o maior patrimônio foi Mauro Mendes (PSB-MT).

Na capital da Bahia, os três principais candidatos – Nelson Pelegrino (PT), Mário Kertész  (PMDB) e ACM Neto (DEM) – devem gastar juntos R$ 53 milhões, segundo reportagem do Bahia Todo Dia. O petista é quem lidera a previsão de gastos. Segundo informou à Justiça Eleitoral, Pelegrino deve desembolsar R$ 20 milhões, seguido por ACM Neto. Já os candidatos Márcio Mourinho (PRB) e Hamilton Assis (PSOL) preveem gastos bem mais modestos. O primeiro pretende gastar até R$ 4 milhões e o segundo espera não ultrapassar R$ 300 mil.

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Em comparação com 2008, os gastos com as eleições deste ano chegam a triplicar. Naquele ano, os candidatos ACM Neto, João Henrique (na época no PMDB) e Walter Pinheiro apresentaram à Justiça Eleitoral uma estimativa de gastos de R$ 8 milhões, R$ 5 milhões e R$ 4,6 milhões respectivamente.

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