Câmara de SP aprova privatização de Interlagos em primeira votação
O projeto de lei para privatizar o autódromo de Interlagos foi aprovado em primeiro turno pela Câmara Municipal de São Paulo - o projeto recebeu 37 votos favoráveis, 9 contrários e uma abstenção; para ser aprovado, o projeto precisava de apenas 28 votos; o texto estabelece que o autódromo de Interlagos terá que ser preservado, mas no caso do kartódromo, não há a mesma restrição; líder do PT na Câmara, o vereador Antonio Donato afirmou que a votação foi "apressada" para a "criação de um factóide" por parte do prefeito na semana do Grande Prêmio de F-1
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SP 247 - O projeto de privatização de Interlagos proposto pela gestão João Doria (PSDB) foi aprovado nesta quarta-feira (08) em primeira votação na Câmara Municipal de São Paulo. O projeto de lei para privatizar o autódromo ainda passará por segunda votação no Legislativo antes de ser encaminhado à sanção do prefeito. O projeto recebeu 37 votos favoráveis, 9 contrários e uma abstenção. Para ser aprovado, o projeto precisava de apenas 28 votos.
As concessões e privatizações são o carro-chefe da gestão Doria, que trava disputa interna no PSDB com o governador Geraldo Alckmin para a escolha do candidato do partido à Presidência nas eleições de 2018. Alckmin teve papel decisivo na escolha de Doria como candidato tucano na disputa municipal.
Na Câmara, Doria já conseguiu aprovar concessões do Pacaembu, parques, do Bilhete Único, terminais de ônibus e do Mercado Municipal. Em seu pacote de privatizações ainda estão o complexo do Anhembi, cemitérios, mobiliário urbano e imóveis. A gestão Doria planeja passar a operação da maior parte desses equipamentos públicos para a iniciativa privada a partir dos primeiros meses de 2018. A privatização do Anhembi já foi aprovada em primeiro turno.
O projeto de lei que prevê a alienação da área de quase 1 milhão de m² estabelece que o autódromo de Interlagos terá que ser preservado. No caso do kartódromo, não há a mesma restrição. Líder do PT na Câmara, o vereador Antonio Donato afirmou que a votação foi "apressada" para a "criação de um factóide" por parte do prefeito na semana do Grande Prêmio de F-1.
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