Caetano: Temer aumenta gasolina, gás, conta de luz e agora reduz o salário mínimo
Em discurso contundente na tribuna da Câmara nesta terça-feira (31), o deputado Caetano (PT-BA) criticou o governo Michel Temer pela redução do valor do salário mínimo para 2018; "Michel Temer, você sabe o que representa R$ 14,00 a menos no bolso da dona de Casa? Não! Você não sabe! Pois você não está nem aí para o que o povo pobre sofre. Você só quer saber de pagar a conta do golpe que você aplicou", criticou
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Bahia 247 - Em discurso contundente na tribuna da Câmara nesta terça-feira (31), o deputado Caetano (PT-BA) criticou o governo Michel Temer pela redução do valor do salário mínimo para 2018.
"Só faltava essa: o presidente interino, o impostor Michel Temer, vai diminuir o salário mínimo, vai reduzir o salário mínimo!", criticou. Temer, continuou Caetano, diminuiu em R$ 14,00 o salário mínimo dos trabalhadores e das trabalhadoras do Brasil. "Michel Temer, você sabe o que representa R$ 14,00 a menos no bolso da dona de Casa? Não! Você não sabe! Pois você não está nem aí para o que o povo pobre sofre. Você só quer saber de pagar a conta do golpe que você aplicou", lamentou.
O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, anunciou ontem (30) a redução de R$ 4 no valor do salário mínimo para o próximo ano, que passa de R$ 969 para R$ 965. É a segunda revisão feita no ano. Em agosto, a estimativa do mínimo já havia caído de R$ 979 para R$ 969.
O deputado Caetano lembrou que quando Lula assumiu a Presidência da República, em 2003, ele fez uma política de valorização do salário mínimo, que garantiu a elevação do salário que era de R$ 240. "Quando Lula deixou a presidência, em janeiro de 2011, esse valor já era de R$ 540", destacou.
Na avaliação do parlamentar baiano, no governo Lula existia uma fórmula concreta: aumenta-se o salário mínimo, que aumenta o poder de compra do trabalhador, consequentemente a renda cresce, produz-se mais e a economia gira. Ele acrescentou, ainda, que a presidenta Dilma também tinha essa compreensão e deu continuidade à política de valorização do salário mínimo. Ao final do seu primeiro mandato, em janeiro de 2015, o rendimento mínimo dos brasileiros já era de R$ 788,00. Quando sofreu o golpe, em 2016, Dilma já havia elevado o salário mínimo para R$ 880,00.
"Agora, com Henrique Meirelles (ministro da Fazenda) e com Temer, a fórmula é diferente: aumenta o gás, aumenta o combustível, aumenta a conta de luz e reduz o salário mínimo. Por que querem reduzir logo o salário dos trabalhadores? Por que ele não reduz o salário dos ministros?", provocou Caetano. (Com informações da Assessoria)
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