Bruno admite erro e nega expurgar traidores
Líder da bancada do PMDB na Assembleia, Bruno Peixoto afirma que partido errou na condução do processo de instalação das CPIs contra o governo. Parlamentar disse que não é a favor da saída de Simeyzon e Paulo Cezar Martins da oposição. “Somos pequenos. Não podemos expurgar companheiros por um ato único. Estamos amenizando isso”, avalia
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Goiás 247_ O deputado estadual Bruno Peixoto, que é líder da bancada do PMDB na Assembleia, admitiu que o partido errou no processo de montagem das CPIs contra o governo estadual. Em entrevista ao programa Papo Político, da CBN Goiânia, ele afirmou que “fomos diretos, sem articular as bancadas”.
“Não fizemos atas. Nesse ponto nós erramos. Houve falha na condução do processo”, confessou Bruno. Mesmo diante da crise que tomou conta da oposição, Bruno Peixoto prega tranquilidade e não quer perseguição aos “traidores” Simeyzon (PSC) e Paulo Cezar Martins (PMDB).
“Nós somos pequenos. Não podemos expurgar companheiros por um ato único. Estamos amenizando isso”, disse Peixoto. O parlamentar ainda disse que o partido e a oposição não podem tomar atitudes precipitadas, pois o que está em jogo é a eleição de 2014.
Bruno Peixoto disse ainda que a base aliada do governo estadual gosta vê com bons olhos intrigas na oposição e por isso é preciso cautela nas decisões.
O caso da CPIs mostra a fragilidade da oposição. Alguns integrantes de PMDB e PT pediram punição severa aos traidores, mas ao que parece isso não irá acontecer. Internamente há o receio de que, se expurgados, Paulo Cezar Martins e Simeyzon sejam recebidos de braços abertos no grupo do governo.
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