Boulos: ‘defender Lula é defender a democracia’

Líder do MTST e especulado como presidenciável do Psol, Guilherme Boulos foi ao ato em apoio ao ex-presidente Lula em São Paulo e TAMBÉM afirmou que o petista sofre uma perseguição judicial "infame" e merece todo apoio; "O lugar de quem é de esquerda, concorde ou não com Lula, é defender o seu direito de ser candidato"; Boulos acrescentou o "nosso dever democrático é tomar as ruas no dia 24"; "Não adianta a polícia do Alckmin dizer que não vamos fazer manifestação, porque nós vamos. Conte com o MTST"

Líder do MTST e especulado como presidenciável do Psol, Guilherme Boulos foi ao ato em apoio ao ex-presidente Lula em São Paulo e TAMBÉM afirmou que o petista sofre uma perseguição judicial "infame" e merece todo apoio; "O lugar de quem é de esquerda, concorde ou não com Lula, é defender o seu direito de ser candidato"; Boulos acrescentou o "nosso dever democrático é tomar as ruas no dia 24"; "Não adianta a polícia do Alckmin dizer que não vamos fazer manifestação, porque nós vamos. Conte com o MTST"
Líder do MTST e especulado como presidenciável do Psol, Guilherme Boulos foi ao ato em apoio ao ex-presidente Lula em São Paulo e TAMBÉM afirmou que o petista sofre uma perseguição judicial "infame" e merece todo apoio; "O lugar de quem é de esquerda, concorde ou não com Lula, é defender o seu direito de ser candidato"; Boulos acrescentou o "nosso dever democrático é tomar as ruas no dia 24"; "Não adianta a polícia do Alckmin dizer que não vamos fazer manifestação, porque nós vamos. Conte com o MTST" (Foto: Leonardo Lucena)


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Por Vitor Nuzzi, da RBA - Líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e especulado como presidenciável do Psol, Guilherme Boulos foi ao ato em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que "defender Lula é defender a democracia no Brasil". Segundo ele, o petista sofre uma perseguição judicial "infame" e merece todo apoio. "O lugar de quem é de esquerda, concorde ou não com Lula, é defender o seu direito de ser candidato."

Por isso, acrescentou Boulos, o "nosso dever democrático é tomar as ruas no dia 24", data do julgamento do recurso do ex-presidente no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre. Ele afirmou que os sem-teto participarão de ato de apoio em São Paulo, inclusive vindos da Ocupação Povo sem Medo, em São Bernardo do Campo. "Não adianta a polícia do Alckmin dizer que não vamos fazer manifestação, porque nós vamos. Conte com o MTST."

Ele também fez críticas à Justiça brasileira. "Quando o Judiciário resolve fazer política, não se pode mais falar em democracia. A ditadura pode se vestir de toga também." Para Boulos, o dia 24 é uma encruzilhada entre sepultar ou levar adiante uma farsa judicial. "Eles podem até condenar, mas você (Lula) já foi absolvido pelo tribunal da história."

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Outro nome ligado ao Psol presente ao ato foi Gilberto Maringoni, para quem o caso Lula não pode ser visto de forma isolada. "Quem está sendo julgado é o povo brasileiro." O debate, acrescentou, é "se as reformas vão continuar ou não, se o golpe se aprofunda ou não, se a Petrobras vai ser entregue ou não".

"Essa luta não é só de Lula, do PT, da esquerda. Porque não acaba no dia 24", disse Maringoni, para quem a eleição deste ano será "a mais polarizada que já tivemos, muito mais do que em 89". É uma causa da América Latina, mundial, afirmou, fazendo ironia com a reação dos chamados "mercados" em relação à candidatura: "Se o mercado está nervoso, que vá comprar Rivotril".

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Vice-presidente do PCdoB, Walter Sorrentino manifestou "carinho, respeito e admiração" por Lula, aliado "no passado, no presente e no futuro". O partido também esboça uma candidatura própria neste ano. Ele defendeu união "em uma grande frente" e alertou para um possível tentativa de "melar" a eleição caso Lula se mantenha na disputa. "Temos de ser capazes de construir um projeto de nação unitário", afirmou. Deputada pelo PCdoB paulista, a sambista Leci Brandão também participou do ato, com outros artistas.

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