Bohn Gass: o PSDB não aceitou a urna e jogou o Brasil no abismo
"Foram os tucanos que, no 1° dia após a quarta derrota do PSDB para o PT, não aceitaram o resultado das urnas e criaram uma crise política artificial que, com a adesão de Eduardo Cunha, jogou o país no abismo atual. Alckmin querer, agora, atribuir o ódio ao PT é muito cinismo", afirmou o deputado Elvino Bohn Gass (PT-RS)
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Rio Grande do Sul 247 - O deputado federal Elvino Bohn Gass (PT-RS) repudiou o posicionamento do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) de atribuir ao Partido dos Trabalhadores parte da radicalização no País.
"Tenho horror e nojo à tortura. Repudio aqueles que ironizaram a morte de Marisa Letícia, que comemoraram o assassinato de Mariele, que atentaram a tiros e relhos contra a caravana de Lula. Não me levarão para o lado de quem esfaqueia. Nem se o esfaqueado for um fascista", escreveu o parlamentar no Twitter. "Foram os tucanos que, no 1° dia após a quarta derrota do PSDB para o PT, não aceitaram o resultado das urnas e criaram uma crise política artificial que, com a adesão de Eduardo Cunha, jogou o país no abismo atual. Alckmin querer, agora, atribuir o ódio ao PT é muito cinismo", acrescentou.
Após ataque a tiros contra a caravana de Lula, em março, Alckmin disse na época que “o PT colheu o que plantou". Ao jornal Folha de S. Paulo, o tucano afirmou desconhecer notícias de tiros naquele mês. “Ninguém tinha notícia de tiro. E muito do clima de radicalização do Brasil é também em razão do PT, dessa coisa de ‘nós e eles’. E acaba havendo reação", afirmou ele, que participou de ato de campanha em Santa Catarina.
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