Baldy cria 1,5 milhão de empregos com retomada do Minha Casa, Minha Vida
O esforço do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, para alavancar as obras do programa Minha Casa, Minha Vida é importante não apenas para atacar o déficit habitacional do País, que é de 6 milhões de moradias. Como cada unidade em construção gera em média 1,5 emprego, Baldy está contribuindo para criação de 1,5 milhão de novas vagas de trabalho no Brasil só em 2018; é que a meta do ministro é de entregar 1 milhão de casas até dezembro deste ano. São 650 mil novas unidades autorizadas pelo atual governo (como o residencial Nelson Mandela, em Goiânia) e a retomada de obras em cerca de 400 mil unidades iniciadas de 2014 para cá e que foram abandonadas pelo governo em razão da crise política e econômica (como o residencial Colorado I e II, em Anápolis)
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Goiás 247 - O esforço do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, para alavancar as obras do programa Minha Casa, Minha Vida é importante não apenas para atacar o déficit habitacional do País, que é de 6 milhões de moradias. Como cada unidade em construção gera em média 1,5 emprego, Baldy está contribuindo para criação de 1,5 milhão de novas vagas de trabalho no Brasil só em 2018.
É que a meta do ministro é de entregar 1 milhão de casas até dezembro deste ano. São 650 mil novas unidades autorizadas pelo atual governo (como o residencial Nelson Mandela, em Goiânia) e a retomada de obras em cerca de 400 mil unidades iniciadas de 2014 para cá e que foram abandonadas pelo governo em razão da crise política e econômica (como o residencial Colorado I e II, em Anápolis).
“Cada unidade habitacional gera 1,5 emprego. Então, nós estamos contribuindo com mais de 1,5 milhão de empregos, gerando renda e a possibilidade de o brasileiro levar comida para mesa”, diz Baldy.
O ministro ressalta que, além de investir em novas casas, o governo federal reservou também R$ 800 milhões para construir equipamentos sociais ao redor destes conjuntos habitacionais, como escolas, creches e postos e saúde. “Não adianta entregar a casa se não há como viver com qualidade de vida nela”, afirma.
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