Ato contra reformas de Temer reúne 20 mil em Goiânia

Milhares de pessoas se reuniram em protesto em frente à Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, no Setor Oeste em Goiânia, em adesão à greve geral convocada para a manhã desta sexta-feira por centrais sindicais e movimentos sociais em todo o país; o protesto deve partiu da porta da Assembleia e segue em direção ao centro da cidade; Central Única dos Trabalhadores (CUT) de Goiás estima que 20 mil pessoas participaram do ato

Milhares de pessoas se reuniram em protesto em frente à Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, no Setor Oeste em Goiânia, em adesão à greve geral convocada para a manhã desta sexta-feira por centrais sindicais e movimentos sociais em todo o país; o protesto deve partiu da porta da Assembleia e segue em direção ao centro da cidade; Central Única dos Trabalhadores (CUT) de Goiás estima que 20 mil pessoas participaram do ato
Milhares de pessoas se reuniram em protesto em frente à Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, no Setor Oeste em Goiânia, em adesão à greve geral convocada para a manhã desta sexta-feira por centrais sindicais e movimentos sociais em todo o país; o protesto deve partiu da porta da Assembleia e segue em direção ao centro da cidade; Central Única dos Trabalhadores (CUT) de Goiás estima que 20 mil pessoas participaram do ato (Foto: José Barbacena)


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Goiás 247 - Milhares de pessoas se reuniram em protesto em frente à Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, no Setor Oeste em Goiânia, em adesão à greve geral convocada para a manhã desta sexta-feira (28/4) por centrais sindicais e movimentos sociais em todo o país. O protesto deve partiu da porta da Assembleia e segue em direção ao centro da cidade.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) de Goiás estima que 20 mil pessoas participam do ato. A Polícia Militar, que acompanha o protesto, ainda não tem cálculo da quantidade de pessoas que participam da manifestação. Por meio de assessoria, a corporação afirma que o ato transcorre de maneira pacífica.

A greve geral é contra as reformas trabalhista e da Previdência do governo de Michel Temer (PMDB), que tramitam no Congresso Nacional, além de criticar a Lei da Terceirização. O movimento tem adesão de diversas categorias profissionais, que realizaram assembleias nos últimos dias e decidiram pela paralisação em várias cidades do país.

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