"Ataques de Dilma e Lula ajudaram ACM Neto"
Tese de que os discursos agressivos ajudaram ACM Neto é do responsável pelo marketing da campanha, o jornalista Pascoal Gomes; o marqueteiro avalia que o ataque petista mais difícil de superar foi o de que o democrata seria contra as cotas raciais; "Mesmo sendo uma inverdade em relação ao nosso candidato, ela trazia embutida a tese boçal, que roçava com o totalitarismo, de que a cidade estava dividida entre ricos e pobres, negros e brancos"
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Bahia 247
Os esforços da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula para atacar com bastante agressividade o democrata ACM Neto na disputa pela Prefeitura de Salvador acabaram tendo efeito contrário e o oposicionista derrotou o petista Nelson Pelegrino (que disputou o executivo da capital baiana pela quarta vez), o candidato do 'time de Lula'.
Tese de que os discursos agressivos ajudaram ACM Neto é do responsável pelo marketing da campanha, o jornalista Pascoal Gomes. Ele pondera que ACM simbolizou um projeto novo para Salvador, o que teria também influenciado o resultado da sucessão municipal.
Em entrevista ao jornal A Tarde, publicada neste sábado (3), Pascoal conta que o ataque mais difícil de enfrentar foi a acusação de que ACM Neto era contra a política de cotas raciais.
"Mesmo sendo uma inverdade em relação ao nosso candidato, ela trazia embutida a tese boçal, que roçava com o totalitarismo, de que a cidade estava dividida entre ricos e pobres, negros e brancos".
Para o marqueteiro, a tentativa da campanha adversária de grudar na imagem de ACM Neto o estigma de ser contra as cotas foi mais difícil de enfrentar do que o vídeo da surra em Lula e o "eu digo sim a João".
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