Após vazamento, PT rejeita Secretaria da Mulher de Alagoas

Através doo secretário Fábio Farias, do Gabinete Civil, o governador Renan Filho ofereceu ao PT parte da Secretaria da Mulher e dos Direitos Humanos; no entanto, os petistas rejeitaram a proposta; “O PT não aceitaria, porque a gente acha que é preciso discutir melhor um espaço que contemple o tamanho e a importância do PT. Mas sem crises, sem ultimatos, reconhecendo as necessidades tanto do PT quanto o próprio governo e do PMDB e as capacidades de cada um”, diz Ricardo Barbosa, presidente do PT em Alagoas

Através doo secretário Fábio Farias, do Gabinete Civil, o governador Renan Filho ofereceu ao PT parte da Secretaria da Mulher e dos Direitos Humanos; no entanto, os petistas rejeitaram a proposta; “O PT não aceitaria, porque a gente acha que é preciso discutir melhor um espaço que contemple o tamanho e a importância do PT. Mas sem crises, sem ultimatos, reconhecendo as necessidades tanto do PT quanto o próprio governo e do PMDB e as capacidades de cada um”, diz Ricardo Barbosa, presidente do PT em Alagoas
Através doo secretário Fábio Farias, do Gabinete Civil, o governador Renan Filho ofereceu ao PT parte da Secretaria da Mulher e dos Direitos Humanos; no entanto, os petistas rejeitaram a proposta; “O PT não aceitaria, porque a gente acha que é preciso discutir melhor um espaço que contemple o tamanho e a importância do PT. Mas sem crises, sem ultimatos, reconhecendo as necessidades tanto do PT quanto o próprio governo e do PMDB e as capacidades de cada um”, diz Ricardo Barbosa, presidente do PT em Alagoas (Foto: Voney Malta)


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Por Edivaldo  Júnior/gazetaweb.com - Alguém no Gabinete Civil do Governo espalhou na imprensa que Renan Filho pretende oferecer a Secretaria da Mulher e dos Direitos Humanos (ou ao menos parte da Pasta) ao PT.

O plano seria dividir a pasta entre o Partido dos Trabalhadores do deputado federal Paulão e o PTdoB, de Rosinha da Adefal.

Seria…

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De fato, o presidente do Partido dos Trabalhadores em Alagoas, revela que a sondagem chegou a ser feita num encontro com o secretário Fábio Farias. E só.

Ricardo Barbosa adianta que “não passa de especulação” e lembra que desde a decisão da executiva do PT, autorizando o partido a tratar do retorno ao governo estadual, tomada no dia 31 de outubro, ainda não foi realizado nenhum encontro com o governador.

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“Se fosse essa secretaria da forma como foi especulada pela imprensa, nós não aceitaríamos. O PT não aceitaria, porque a gente acha que é preciso discutir melhor um espaço que contemple o tamanho e a importância do PT. Mas sem crises, sem ultimatos, reconhecendo as necessidades tanto do PT quanto o próprio governo e do PMDB e as capacidades de cada um”, resume Ricardo Barbosa.

Premissas

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O presidente do PT acredita que a “especulação” parte de uma sondagem apenas que foi feita numa reunião ainda na fase de abordagem pelo governo do Estado com o próprio Fábio Farias. “Nessa conversa foi colocada como uma premissa oposta, digamos assim, porque a premissa que o PT estabeleceu para poder negociar com o governo o retorno é uma premissa que teve como a sua expressão a Secretaria de Educação, não que fosse a condição sine qua non, mas porque a Educação exprime um espaço dentro do governo que se equivale ao peso e a importância ao qual o PT quer ser considerado nessa composição com o governo”, pondera.

Oficialmente a única coisa que ficou acertada numa segunda conversa com Fábio Farias, na última segunda-feira, adianta Barbosa, é que se faz necessário uma conversa na próxima semana com o governador, o que não aconteceu desde o dia 31 de outubro, quando o PT definiu na sua executiva a sua intenção de voltar ao governo e o início das negociações com esse objetivo”.

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O PT, segundo Ricardo, pode voltar ao governo, desde que seja atendida a expectativa do PT em ter um espaço que tenha significado político para justificar esse retorno.

“E pode não voltar, sem nenhuma implicação nas discussões relativas as alianças para 2018, se caso o governo não tiver condições de abrigar o PT no espaço que o PT quer. Isso é normal é simples”.

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A questão, avalia, no entanto precisa ser definida. “Agora é preciso haver uma definição a respeito disso. Coisa que acho que deve haver sim antes do final do ano”.

O presidente do PT é enfático: “estou negando a especulação de que estaríamos negociando essa secretaria, porque se fosse assim, se essa fosse a proposta do governador, com o qual a gente aina não sentou para conversar, nós teríamos rejeitado esta proposta e aberto o caminho para construção de novas alternativas porque não está fechado isso”.

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