Após manobra para blindar Alckmin, procurador é denunciado ao CNMP

O Procurador Geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smanio, foi alvo de uma representação da bancada do PT na Assembleia Legislativa após manobrar para barrar o andamento do inquérito que apura o uso de caixa dois nas campanhas do ex- governador Geraldo Alckmin (PSDB), caso a representação seja aceita, o procurador terá que dar explicações ao Conselho Superior do Ministério Público, Conselho Nacional do Ministério Público e, também, aos parlamentares sobre os motivos que o levaram a adotar a iniciativa

O Procurador Geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smanio, foi alvo de uma representação da bancada do PT na Assembleia Legislativa após manobrar para barrar o andamento do inquérito que apura o uso de caixa dois nas campanhas do ex- governador Geraldo Alckmin (PSDB), caso a representação seja aceita, o procurador terá que dar explicações ao Conselho Superior do Ministério Público, Conselho Nacional do Ministério Público e, também, aos parlamentares sobre os motivos que o levaram a adotar a iniciativa
O Procurador Geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smanio, foi alvo de uma representação da bancada do PT na Assembleia Legislativa após manobrar para barrar o andamento do inquérito que apura o uso de caixa dois nas campanhas do ex- governador Geraldo Alckmin (PSDB), caso a representação seja aceita, o procurador terá que dar explicações ao Conselho Superior do Ministério Público, Conselho Nacional do Ministério Público e, também, aos parlamentares sobre os motivos que o levaram a adotar a iniciativa (Foto: Paulo Emílio)


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São Paulo - O Procurador geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smanio, foi alvo de uma representação da bancada do PT na Assembleia Legislativa após manobrar para barrar o andamento do inquérito que apura o uso de caixa dois nas campanhas do ex- governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele pediu o inquérito ao promotor responsável pelo caso para avaliar se a competência da investigação mudou após a renúncia do ex-governador Geraldo Alckmin. Caso a representação seja aceita, o procurador terá que dar explicações ao Conselho Superior do Ministério Público, Conselho Nacional do Ministério Público e, também, aos parlamentares sobre os motivos que o levaram a adotar a iniciativa

O inquérito contra Alckmin foi aberto no último dia 20 de abril pela Promotoria do Patrimônio Público e Social e, além dele, Adhemar César Ribeiro, cunhado do ex-governador, e o ex-secretário e ex-tesoureiro de campanha de 201 Marcos Monteiro também são alvo da investigação. Segundo delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht, Alckmin teria recebido R$ 10,3 milhões por meio de caixa 2 nas campanhas de 2010 e 2014.

A líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa, Beth Sahão, afirmou que a iniciativa do procurador geral "equivale a indevida avocação" do inquérito" que é necessário a "imediata restituição" do inquérito à 9º Promotoria de Patrimônio Público para a continuidade das investigações.

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