Após 31h, acaba rebelião em presídio de Contagem
Por volta das 16h, os presos acataram a proposta das autoridades de segurança pública e libertaram os dois reféns, uma professora e um agente penitenciário; cerca de 90 presos denunciaram maus tratos e exigiram a saída do diretor da unidade prisional, Luiz Carlos Danúbio
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Luciano Nascimento
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Após 31 horas, terminou na tarde desta sexta-feira 22 a rebelião no presídio Nelson Hungria, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Por volta das 16h, os presos acataram a proposta das autoridades de segurança pública e libertaram os dois reféns, uma professora e um agente penitenciário. Após a liberação, os dois receberam atendimento médico.
As negociações foram retomadas pela manhã. Os cerca de 90 presos denunciaram maus tratos, demora na autorização de visitas e na proibição da entrada de grávidas nos pavilhões, além de exigirem a saída do diretor da unidade prisional, Luiz Carlos Danúbio.
De acordo com a Secretaria de Defesa Social, o final da rebelião foi possível após a garantia da integridade física dos rebelados. A secretaria ainda informou que o diretor da penitenciária não será afastado.
Hoje, o especialista em Segurança Pública Bráulio Figueiredo disse à Agência Brasil que não acredita na associação entre a rebelião no Complexo Penitenciário Nelson Hungria e a série de ataques praticados desde 30 de janeiro em Santa Catarina, que seriam comandados por detentos em presídios catarinenses.
Edição: Carolina Pimentel
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