Apesar da delação, PGR ainda não abriu inquérito contra Alckmin

Acompanhado dos deputados federais Paulo Teixeira, Valmir Prascidelli e Nilto Tatto, o deputado estadual Alencar Santana (PT) esteve na Procuradoria-Geral da República nesta terça-feira (21) e descobriu que o órgão ainda não agiu quanto aos processos envolvendo o governador Geraldo Alckmin e supostos pagamentos de propina pela Odebrecht; a PGR alega não ter recebido do STF as delações envolvendo Alckmin e, dessa forma, não conseguiriam investigar o caso

Acompanhado dos deputados federais Paulo Teixeira, Valmir Prascidelli e Nilto Tatto, o deputado estadual Alencar Santana (PT) esteve na Procuradoria-Geral da República nesta terça-feira (21) e descobriu que o órgão ainda não agiu quanto aos processos envolvendo o governador Geraldo Alckmin e supostos pagamentos de propina pela Odebrecht; a PGR alega não ter recebido do STF as delações envolvendo Alckmin e, dessa forma, não conseguiriam investigar o caso
Acompanhado dos deputados federais Paulo Teixeira, Valmir Prascidelli e Nilto Tatto, o deputado estadual Alencar Santana (PT) esteve na Procuradoria-Geral da República nesta terça-feira (21) e descobriu que o órgão ainda não agiu quanto aos processos envolvendo o governador Geraldo Alckmin e supostos pagamentos de propina pela Odebrecht; a PGR alega não ter recebido do STF as delações envolvendo Alckmin e, dessa forma, não conseguiriam investigar o caso (Foto: Charles Nisz)


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SP 247 - O líder do PT na Alesp, deputado estadual Alencar Santana, esteve nesta terça-feira (21) na sede da Procuradoria Geral da República, em Brasília, e descobriu que o órgão ainda não agiu quanto aos processos envolvendo o Governador Geraldo Alckmin e supostos pagamentos de propina pela Odebrecht. 

Alencar foi acompanhado dos deputados federais Paulo Teixeira, Valmir Prascidelli e Nilto Tatto, todos do PT, e falou diretamente com vice-Procurador Geral da República, Luciano Mariz Maia, a quem indagou quais as providências foram tomadas pela PGR em relação às delações envolvendo Alckmin.
 
Mariz Maia informou apenas ter havido a abertura de um procedimento conhecido como “Notícia de Fato”, que segue em sigilo, mas na prática não tem valor legal relevante, sendo apenas de caráter interno. A PGR informou não ter recebido do STF os anexos das delações que continham as informações envolvendo Alckmin e, dessa forma, não conseguiriam investigar. 

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