Antigo assessor de Geddel confirma R$ 50 mil em espécie ao escritório que defende ex-ministro

Job Ribeiro, que assessorou a família Vieira Lima por décadas e cujas digitais foram encontradas no bunker de Salvador, entregou R$ 50 mil em espécie ao escritório de Gamil Föppel, advogado do ex-ministro Geddel, como parte de seus honorários. Marcelo Ferreira, que defende Job, confirmou a informação, segundo a coluna Expresso; Geddel está preso porque, segundo o MPF,estava tentando obstruir a investigação de supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa

Job Ribeiro, que assessorou a família Vieira Lima por décadas e cujas digitais foram encontradas no bunker de Salvador, entregou R$ 50 mil em espécie ao escritório de Gamil Föppel, advogado do ex-ministro Geddel, como parte de seus honorários. Marcelo Ferreira, que defende Job, confirmou a informação, segundo a coluna Expresso; Geddel está preso porque, segundo o MPF,estava tentando obstruir a investigação de supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa
Job Ribeiro, que assessorou a família Vieira Lima por décadas e cujas digitais foram encontradas no bunker de Salvador, entregou R$ 50 mil em espécie ao escritório de Gamil Föppel, advogado do ex-ministro Geddel, como parte de seus honorários. Marcelo Ferreira, que defende Job, confirmou a informação, segundo a coluna Expresso; Geddel está preso porque, segundo o MPF,estava tentando obstruir a investigação de supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa (Foto: Leonardo Lucena)


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Bahia 247 - Job Ribeiro, que assessorou a família Vieira Lima por décadas e cujas digitais foram encontradas no bunker de Salvador, entregou R$ 50 mil em espécie ao escritório de Gamil Föppel, advogado do ex-ministro Geddel, como parte de seus honorários. A informação foi publicada pela coluna Expresso.

Marcelo Ferreira, que defende Job, confirmou a informação e disse que seu cliente fez o pagamento em dinheiro vivo à banca. Segundo Ferreira, Geddel a a mãr dele, Marluce Vieira Lima, pagaram o restante do dinheiro. Föppel negou ter recebido recursos em espécie.

Geddel está preso desde julho do ano passado, porque estava tentando obstruir a investigação de supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa Econômica Federal, de acordo com denúncia do Ministério Público Federa (MPF).

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Em dezembro, os irmãos foram denunciados por lavagem de dinheiro e associação criminosa. A denúncia está relacionada à apreensão de R$ 51 milhões em espécie, feita pela PF, em um apartamento em Salvador. Agentes da PF encontraram impressões digitais de Geddel no apartamento do bairro da Graça, em Salvador, onde foi encontrada a cifra milionária em dinheiro vivo. 

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