“Antes, divisão de recursos para Cultura era feita na base do relacionamento”

Responsável por profissionalizar as relações entre os gestores culturais e o setor público, a secretária de Estado da Cultura, Eloísa Galdino, diz que a publicação de editais foi uma medida bem sucedida, pois foi a forma de dar oportunidade a todos; ela informa que R$ 8 milhões do Proinveste servirão à Cultura, reconhece limitações financeiras para a pasta, mas afirma que “nenhum outro governador fez tanto pela cultura sergipana como Déda”

“Antes, divisão de recursos para Cultura era feita na base do relacionamento”
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Sergipe 247 – A secretária de Estado da Cultura, Eloísa Galdino, em entrevista ao Jornal da Cidade deste domingo (17) afirma que assumir a pasta, há quase quatro anos, foi um “grande desafio”, que se mantém até hoje, diante das limitações financeiras para a pasta, que, segundo ela, é “um obstáculo comum em todo o País”. No entanto, Eloísa ressalta que a busca por parceiras diversas tem permitido alcançar “resultados expressivos para o desenvolvimento cultural do Estado”.

Neste quadro, a secretária diz que “nenhum outro governador fez tanto pela cultura como Marcelo Déda”. Para amparar tal declaração, ela destaca a diversificação das ações culturais do Governo, enumerando algumas delas, como a realização de oficinas de capacitação, o aprimoramento da Semana Sergipana de Dança e a concretização do Festival de Teatro do Estado, além do Verão Sergipe, Festival de Novas Composições de Forró, o edital permanente de intercâmbio cultural, a transformação de prédios antigos em museus, como o Palácio-Museu e o Museu da Gente Sergipana, e a contribuição do Estado no tombamento da Praça São Francisco como Patrimônio da Humanidade.

Eloísa Galdino ainda diz que outro marco positivo da atual gestão foi a mudança na relação com os agentes culturais. “A distribuição de recursos era feita, em muitos casos, na base do relacionamento prejudicando artistas e produtores que não possuíam relação com os gestores da Secult. O que fizemos? Passamos a fazer seleções públicas através de editais, o que permitiu que todos os agentes culturais do Estado pudessem ter a oportunidade de acessar recursos do poder público através de processos transparentes e técnicos. É com orgulho que posso dizer que já ultrapassamos a casa dos R$ 3 milhões em editais”, justifica.

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A secretária informa ainda que a Cultura receberá recursos do Proinveste, na ordem de R$ 8 milhões, que servirão para reformar e modernizar o Arquivo Público do Estado e a Biblioteca Pública Epifânio Dória.

Foto: Fabiana Costa/Secult

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