Andrade aponta Accioly como laranja de Aécio

Ex-integrantes da Andrade Gutierrez levaram à Lava-Jato informações que mostram que o empresário Alexandre Accioly, sócio da rede Bodytech e um dos amigos mais próximos de Aécio Neves, agiu como laranja do senador em um esquema milionário de propinas que beneficiou a Odebrecht e a própria Andrade no construção da Usina de Santo Antônio, em Rondônia; em depoimento à PF, o ex-executivo e delator da empreiteira, Flávio Barra, confirmou o repasse de R$ 20 milhões a Aécio por meio de um contrato com a Aalu Participações e Investimentos, empresa controladora da rede de academias Bodytech que pertence ao empresário carioca, a uma sobrinha dele e a um ex-banqueiro

Ex-integrantes da Andrade Gutierrez levaram à Lava-Jato informações que mostram que o empresário Alexandre Accioly, sócio da rede Bodytech e um dos amigos mais próximos de Aécio Neves, agiu como laranja do senador em um esquema milionário de propinas que beneficiou a Odebrecht e a própria Andrade no construção da Usina de Santo Antônio, em Rondônia; em depoimento à PF, o ex-executivo e delator da empreiteira, Flávio Barra, confirmou o repasse de R$ 20 milhões a Aécio por meio de um contrato com a Aalu Participações e Investimentos, empresa controladora da rede de academias Bodytech que pertence ao empresário carioca, a uma sobrinha dele e a um ex-banqueiro
Ex-integrantes da Andrade Gutierrez levaram à Lava-Jato informações que mostram que o empresário Alexandre Accioly, sócio da rede Bodytech e um dos amigos mais próximos de Aécio Neves, agiu como laranja do senador em um esquema milionário de propinas que beneficiou a Odebrecht e a própria Andrade no construção da Usina de Santo Antônio, em Rondônia; em depoimento à PF, o ex-executivo e delator da empreiteira, Flávio Barra, confirmou o repasse de R$ 20 milhões a Aécio por meio de um contrato com a Aalu Participações e Investimentos, empresa controladora da rede de academias Bodytech que pertence ao empresário carioca, a uma sobrinha dele e a um ex-banqueiro (Foto: attuch)


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Minas 247 - Aos poucos, a Polícia Federal e a PGR (Procuradoria-Geral da República) vão desmontando o esquema de corrupção supostamente comandado pelo senador Aécio Neves, que teria atuado na construção da Usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia.

De acordo com os executivos da Odebrecht, Aécio recebeu R$ 50 milhões, repassados pela Odebrecht (R$ 30 milhões) e pela Andrade Gutierrez (R$ 20 milhões).

A Odebrecht sustenta a acusação com comprovantes bancários, entregues nos últimos meses, que, segundo a empresa, comprovam depósitos para o senador tucano, por meio de uma conta de offshore em Cingapura, que havia sido citada por um de seus ex-executivos, Henrique Valladares, em depoimento à PGR. A identificação do titular da conta ainda não foi revelada, mas Valladares diz que está vinculada ao empresário Alexandre Accioly, padrinho de um dos filhos de Aécio e integrante do grupo mais restrito de amigos do tucano. Aécio nega as acusações. Accioly rejeita com veemência a afirmação do delator, o único que sustentava, até aqui, seu envolvimento.

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Nos últimos meses, no entanto, ex-integrantes da Andrade Gutierrez levaram à Lava-Jato informações que miram novamente em Accioly: em depoimento à PF, o ex-executivo e delator da empreiteira, Flávio Barra, confirmou o repasse de R$ 20 milhões a Aécio por meio de um contrato com a Aalu Participações e Investimentos, empresa controladora da rede de academias Bodytech que pertence ao empresário carioca, a uma sobrinha dele e a um ex-banqueiro.

Segundo o relato de Barra, a empresa, que leva as iniciais dos dois sócios, firmou um contrato de R$ 35 milhões com a Andrade para mascarar propina paga pela empreiteira ao tucano, em 2010. O valor seria uma contrapartida pela defesa, por parte de Aécio, então governador de Minas, da participação da Andrade no consórcio de construção da Usina. O delator não soube dizer por que a empresa transferiu R$ 15 milhões além do valor previamente acertado.

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As informações são de reportagem de Bela Megale e Thiago Herdy em O Globo.

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