Anastasia vive maus momentos na Assembleia
Os deputados da minoria continuam fazendo de tudo para dificultar a aprovação de mais dois projetos do governo do estado para contração de empréstimo da ordem de R$3,7 bilhões; "O orçamento de Minas para o ano que vem prevê R$ 5 bilhões em investimentos. Metade do que o governo do estado pretende investir em seus programas estruturadores dependerá das operações de crédito liberadas pelo governo federal", alfineta o petista André Quintão
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Os deputados da minoria continuam fazendo de tudo para dificultar a aprovação de mais dois projetos do governo do estado para contração de empréstimo da ordem de R$3,7 bilhões com o Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Montante faz parte de programas do governo federal destinados aos estados.
O exército do governador Antônio Anastasia (PSDB) está em ação, mas ainda não conseguiu amansar os pares e fazer as matérias entrarem na Ordem do Dia na Assembleia Legislativa de Minas.
Matéria de Bertha Maakaroun em O Estado de Minas traz os detalhes do embate entre as bancadas. De um lado, tucanos argumentam não ser o governo de Minas quem solicita o empréstimo. "O governo federal está injetando, por meio dos estados, recursos para aquecer a economia e diminuir o impacto da crise global", afirma o líder do PSDB na Casa, Lafayette Andrada.
De outro lado, o deputado estadual André Quintão (PT) alfineta: "O orçamento de Minas para o ano que vem prevê R$ 5 bilhões em investimentos. Metade do que o governo do estado pretende investir em seus programas estruturadores dependerá das operações de crédito liberadas pelo governo federal".
Bate-boca à parte, o governo do estado tem pressa em arrancar da Assembleia a autorização para se candidatar às operações de crédito. Tanto que na quinta-feira (25) foi convocada uma reunião extraordinária da Comissão de Constituição de Justiça (CCJ), que a princípio só ocorreria na terça-feira, para a análise do Projeto de Lei 3.491/2012.
A matéria tramita em regime de urgência. O governo de Minas requer autorização para obter crédito no Banco do Brasil no valor de R$ 3,48 bilhões para execução do Programa de Desenvolvimento de Minas Gerais (PDMG).
Em sua mensagem à Assembleia, o Executivo considerou que a operação de crédito "atende aos interesses maiores da União", porque está inserida no rol das medidas apresentadas por Dilma Rousseff para estimular os investimentos pelos estados e reaquecer a economia, "atualmente em processo de estagnação". Leia matéria completa aqui.
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