Amastha mobiliza FNP por derrubada do veto ao Refis do Simples

A Frente Nacional de Prefeitos se mobiliza para que o Congresso derrube o veto de Michel Temer ao Refis do Simples para micro e pequenas empresas; segundo Carlos Amastha, presidente interino da FNP, a medida pode afetar cerca de 4,8 milhões de empresários, que podem voltar à informalidade

A Frente Nacional de Prefeitos se mobiliza para que o Congresso derrube o veto de Michel Temer ao Refis do Simples para micro e pequenas empresas; segundo Carlos Amastha, presidente interino da FNP, a medida pode afetar cerca de 4,8 milhões de empresários, que podem voltar à informalidade
A Frente Nacional de Prefeitos se mobiliza para que o Congresso derrube o veto de Michel Temer ao Refis do Simples para micro e pequenas empresas; segundo Carlos Amastha, presidente interino da FNP, a medida pode afetar cerca de 4,8 milhões de empresários, que podem voltar à informalidade (Foto: Charles Nisz)


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Tocantins 247 - O presidente em exercício da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), Carlos Amastha, articula mobilização no Congresso Nacional para mostrar os efeitos do veto de Michel Temer do Refis do Simples Nacional. "Se o veto não for derrubado o risco de fechamento de empresas e, consequentemente, os empregos é real e causará prejuízo enorme ao país”, declarou Amastha. Até a análise do Cngresso, as micro e pequenas empresas estão fora do programa de refinanciamento de dívidas, num total de 4,8 milhões de empresas.

O veto de Temer à proposta ocorreu em 4 de janeiro. Temer alegou que micro e pequenas empresas já possuem regime tributário diferenciado. Outra justificativa do governo é que o Refis poderia violar a Lei de Responsabilidade Fiscal. De acordo com o governo, o Refis do Simples Nacional causaria um rombo de R$ 7,8 bilhões nas contas públicas pelos próximos 15 anos.

 “Respeitamos a decisão de Temer, com base na avaliação do Ministério da Fazenda, mas esse tema requer uma discussão maior. Não podemos acatar apenas argumentos frios, matemáticos e virar as costas para a conjuntura econômica e o caos que a essa medida vai gerar nas ruas”, argumentou Amastha. “Imaginem, esse número de 4,8 milhões de empreendedores voltando à clandestinidade? Precisamos evitar essa nova tragédia em nosso país!”, ponderou.

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