Aluna que agrediu diretora será transferida de escola
A estudante de 16 anos, que agrediu a professora a Marilena Maria Teixeira Silva, diretora da Unidade Escolar Firmina Sobreira, no bairro Poti Velho, na zona Norte de Teresina, será transferida para outra escola estadual para que possa concluir o 8º ano do Ensino Fundamental; essa foi decisão foi tomada durante reunião na manhã desta quinta-feira (7), na 4ª Gerência Regional de Educação, no bairro Matinha, também zona Norte de Teresina; o gerente de Educação,Tarcísio Pires Soares, revelou que a estudante terá acompanhamento psicológico mais presente,inclusive com consultas periódicas, terapias e medicação sistemática; no Piauí Hoje
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Piauí Hoje - A estudante de 16 anos, que agrediu a professora a Marilena Maria Teixeira Silva, diretora da Unidade Escolar Firmina Sobreira, no bairro Poti Velho, na zona Norte de Teresina, será transferida para outra escola estadual para que possa concluir o 8º ano do Ensino Fundamental.
Essa foi decisão foi tomada durante reunião na manhã desta quinta-feira (7), na 4ª GerênciaRegional de Educação, no bairro Matinha, também zona Norte de Teresina. O gerente de Educação,Tarcísio Pires Soares, revelou que a estudante terá acompanhamento psicológico mais presente,inclusive com consultas periódicas, terapias e medicação sistemática.
O conselheiro tutelar, Marcus Vinícius Gomes, que também participou da reunião com a própriaestudante e os pais dela na 4ª GRE, revelou que a adolescente e está sendo vítima de ataques nasredes sociais. "A aluna está sofrendo porque o caso teve uma repercussão nacional e ela está sendoalvo de ataques. Então orientamos que ela exclua os perfis no Facebook e WhatsApp".
Tarcísio Soares revelou que a adolescente teve um ataque de fúria, "um surto" por falha notratamento psicológico e por suposta perseguição que vinha sofrendo na escola.
Segundo o gerente, o calendário de consultas apresentado pela família da jovem mostrou umintervalo considerável entre as consultas. "Quando há esse distanciamento, há uma interrupção naadministração dos medicamentos. Consequentemente, a pessoa que já tem um diagnóstico e não émedicada, não tem acompanhamento, vai de alguma forma 'estourar'. Foi o que aconteceu", ogerente.
A conselheira tutelar Lúcia Magalhães lembrou que a aluna tinha boas notas antes de mudar de escola. O desempenho caiu por causa de perseguições que ela estaria sofrendo na nova unidade onde ela entrou no meio do ano.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247