Aliado de Temer, Sartori rejeita reduzir ICMS do diesel

O governo Ivo Sartori (MDB), no Rio Grande do Sul, já visou que não pretende reduzir o ICMS do diesel, que atualmente é de 12%; justificativa é que a medida não é necessária porque a alíquota gaúcha já é uma das mais baixas do país; assim, Temer não consegue cumprir o prometido aos caminhoneiros de reduzir R$ 0,46 por litro do combustível

O governo Ivo Sartori (MDB), no Rio Grande do Sul, já visou que não pretende reduzir o ICMS do diesel, que atualmente é de 12%; justificativa é que a medida não é necessária porque a alíquota gaúcha já é uma das mais baixas do país; assim, Temer não consegue cumprir o prometido aos caminhoneiros de reduzir R$ 0,46 por litro do combustível
O governo Ivo Sartori (MDB), no Rio Grande do Sul, já visou que não pretende reduzir o ICMS do diesel, que atualmente é de 12%; justificativa é que a medida não é necessária porque a alíquota gaúcha já é uma das mais baixas do país; assim, Temer não consegue cumprir o prometido aos caminhoneiros de reduzir R$ 0,46 por litro do combustível (Foto: Voney Malta)


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Rio Grande do Sul 247 – Sem conseguir cumprir o prometido aos caminhoneiros grevistas - para se chegar até a baixa de R$ 0,46 no preço do litro do diesel -, o governo Temer sequer consegue o apoio de governadores aliados. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o governo Ivo Sartori (MDB) já visou que não pretende reduzir o ICMS do diesel, que atualmente é de 12%.

A Secretaria Estadual da Fazenda explica que a medida não é necessária porque a alíquota gaúcha já é uma das mais baixas do país. De acordo com o secretário estadual da Fazenda, Luiz Antônio Bins, as medidas anunciadas pelo governo federal, como isenção da Cide e redução de PIS-Cofins sobre o óleo diesel, podem causar a queda de R$ 0,46 nas bombas gaúchas, sem que seja necessário o estado reduzir o ICMS.

 

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