Aliado de Geddel quer caso do bunker de R$ 51 mi na 1ª instância

Os advogados do ex-diretor da Defesa Civil de Salvador, Gustavo Ferraz, solicitaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a denúncia sobre os R$ 51 milhões, encontrados em um apartamento emprestado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, seja enviada para a 1ª instância; a defesa pede que o ministro Edson Fachin, relator do processo, aplique a nova jurisprudência sobre foro privilegiado

Os advogados do ex-diretor da Defesa Civil de Salvador, Gustavo Ferraz, solicitaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a denúncia sobre os R$ 51 milhões, encontrados em um apartamento emprestado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, seja enviada para a 1ª instância; a defesa pede que o ministro Edson Fachin, relator do processo, aplique a nova jurisprudência sobre foro privilegiado
Os advogados do ex-diretor da Defesa Civil de Salvador, Gustavo Ferraz, solicitaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a denúncia sobre os R$ 51 milhões, encontrados em um apartamento emprestado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, seja enviada para a 1ª instância; a defesa pede que o ministro Edson Fachin, relator do processo, aplique a nova jurisprudência sobre foro privilegiado (Foto: Voney Malta)


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Bahia 247 – Os advogados do ex-diretor da Defesa Civil de Salvador, Gustavo Ferraz, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a denúncia sobre os R$ 51 milhões, encontrados em um apartamento emprestado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, seja enviada para a 1ª instância.

A defesa pede que o ministro Edson Fachin, relator do processo na Segunda Turma do STF, aplique a nova jurisprudência sobre foro privilegiado definida no julgamento da última quinta-feira (3). O entendimento dos advogados é que o inquérito que deu origem à denúncia investiga “supostos delitos” de lavagem de dinheiro e organização criminosa que não possuem relação com a atividade legislativa do deputado Lúcio Vieira Lima – único denunciado com foro por prerrogativa de função.

Para os defensores do ex-integrante da prefeitura de Salvador, os “fatos em apuração, em especial aqueles atribuídos ao deputado federal Lucio Vieira Lima, não têm qualquer relação com o cargo, ainda que tenham sido praticados durante o mandato, de acordo com reportagem publicada no Política Livre (leia aqui na íntegra).

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