Aleluia comemora incremento de R$ 1,7 bilhão para educação

O governo federal sancionou a lei que resgata precatórios esquecidos para o Tesouro Nacional e acrescenta cerca de R$ 8,6 bilhões aos cofres públicos; relator da Lei 13.463/2017, o deputado baiano apresentou uma emenda à proposta destinando 20% de todo o montante para a educação; um acréscimo de cerca de R$ 1,72 bilhão aos cofres do MEC; "Trata-se de uma medida criativa de buscar recursos sem aumentar impostos, apenas cortando na burocracia. Mais importante que isso, garantimos que boa parte desses recursos fiquem assegurados para o Ministério da Educação, que agora ganha um reforço de grande relevância para a estruturação e reforma do nosso ensino", diz Aleluia

Aleluia
Aleluia (Foto: Romulo Faro)


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Bahia 247 - O governo federal sancionou a lei que resgata precatórios esquecidos para o Tesouro Nacional e acrescenta cerca de R$ 8,6 bilhões aos cofres públicos. Relator da Lei 13.463/2017, o deputado federal baiano apresentou uma emenda à proposta destinando 20% de todo o montante para a educação. É um acréscimo de cerca de R$ 1,72 bilhão aos cofres do MEC sem aumentar impostos ou cortar em outras áreas.

"Trata-se de uma medida criativa de buscar recursos sem aumentar impostos, apenas cortando na burocracia. Mais importante que isso, garantimos que boa parte desses recursos fiquem assegurados para o Ministério da Educação que agora ganha um reforço de grande relevância para a estruturação e reforma do nosso ensino", diz Aleluia.

De acordo com a lei, precatórios e Requisições de Pequeno Valor (RPV) depositados há mais de dois anos em banco federal e que não foram sacados pelos beneficiários serão restituídos pelo Tesouro Nacional. A proposta, entretanto, não extingue o direito do credor, que pode expedir novo requerimento para expedição do precatório, mantendo a mesma posição na ordem para pagamento da respectiva dívida.

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"Importante deixar bem claro que meu texto aprovado não impede que o credor reinicie o processo e mantenha a mesma posição na fila do precatório. Ninguém será lesado. É um corte na burocracia do governo onde todos saem ganhando", afirma o deputado baiano.

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