Alckmin volta a defender que PSDB entregue cargos no governo Temer
Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), voltou a afirmar que está cada vez mais claro que o PSDB não deve permanecer com cargos no governo Michel Temer; "Apoio total à retomada do emprego no Brasil, todos projetos de lei, as medidas para a retomada do emprego e renda, mas cada vez vai ficando mais claro que não há necessidade do partido ter pessoas no governo, por mais gabaritadas que sejam, por mais preparadas que sejam, para poder ajudar o Brasil e ajudar o povo brasileiro nesse momento difícil. Acho que caminha para esse caminho", disse
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São Paulo 247 - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), voltou a afirmar que está cada vez mais claro que o PSDB não deve permanecer com cargos no governo Michel Temer. "Apoio total à retomada do emprego no Brasil, todos projetos de lei, as medidas para a retomada do emprego e renda, mas cada vez vai ficando mais claro que não há necessidade do partido ter pessoas no governo, por mais gabaritadas que sejam, por mais preparadas que sejam, para poder ajudar o Brasil e ajudar o povo brasileiro nesse momento difícil. Acho que caminha para esse caminho", disse Alckmin.
Declaração foi feita menos de 24 horas após o deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) entregar parecer favorável pela abertura de processo contra Temer para investigar a denúncia de corrupção passiva contra o peemedebista, feita pela Procuradoria Geral da República. Também nesta segunda-feira (10), o PSDB reuniu as principais lideranças da legenda para discutir a possível saída da base governista. A reunião, porém, acabou sem definição sobre o assunto.
"Nós fizemos ontem uma reunião dos governadores do PSDB, líderes no Senado e na Câmara e a direção partidária. Foi uma reunião muito proveitosa porque não há uma posição única, o partido tem posições diferentes, mas foi muito bom porque nós fomos convergindo, estamos fazendo aí uma convergência para ter uma posição única", disse o governador.
"Você pode apoiar o governo, pode apoiar as medidas de interesse do país sem estar nomeando cargo, ministério. Essa é a decisão que tenderá a ser tomada. Ontem não foi uma reunião deliberativa porque não era a reunião da executiva do partido. Era uma reunião de conversa para tentar buscarmos aí uma convergência em uma situação em que realmente há uma divisão do partido. Nós estamos procurando construir essa convergência, ajudar o Brasil é o que interessa", completou.
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