Alckmin reconhece o golpe como “trauma” e fator da baixa popularidade de Temer
Herdeiro das alianças que alçaram Temer (MDB) ao poder, o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) avalia que um dos maiores fatores para a baixa popularidade do emedebista tem raiz no afastamento da presidente Dilma; “É obvio que impeachment é um trauma”, diz; ele também acredita que o fato de os partidos que o apoiam serem os mesmos da base de Temer não lhe trará mais rejeição
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 – Herdeiro em grande parte, do arco de alianças de Michel Temer, o pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB), avalia que um dos maiores fatores para a baixa popularidade do presidente Michel Temer (MDB) tem raiz no impeachment da presidente deposta Dilma Rousseff (PT).
Para ele, sacar um chefe de Estado do poder no regime presidencialista “é um trauma”. “O problema do Temer, entre vários, é o impeachment. É obvio que impeachment é um trauma. O modelo presidencialista é a ditadura do mandato, tirar um presidente não é que nem no parlamentarismo”, disse o tucano.
Entretanto, o fato de os partidos que apoiam o PSDB serem os mesmos da base de apoio de Michel Temer, portanto, do grupo que apoiou a deposição de Dilma, é minimizado por Alckmin, que diz que o Temer foi uma escolha do PT e o impeachment foi feito sob a égide do Supremo Tribunal Federal (STF)”.
Sobre se acredita que o arco de alianças construído possa atrair para a sua campanha a alta rejeição do emedebista, ele disse acreditar que não. “Acho que a população vai votar mais nas pessoas. Elas sabem que todos partidos estão fragilizados. Isso não é bom isso, esse personalismo, mas é momento que estamos vivendo", disse, segundo reportagem do Estadão (leia aqui).
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247