Alckmin quer criar 'gatilho' para taxar consumidor e evitar prejuízos à Sabesp

Arsesp, agência responsável pela regulação do saneamento no Estado, estuda criar um gatilho que autoriza o aumento da tarifa caso haja uma queda significativa do consumo que impacte a receita da estatal. Segundo nota técnica da Arsesp, ligada ao governo Geraldo Alckmin (PSDB-SP), o objetivo é evitar "problemas de desequilíbrio econômico-financeiro gerados por variações bruscas de receita"; medida, que cria um mecanismo de reajuste automático, visa evitar prejuízos em função de eventuais racionamentos; cálculo seria feito com base no consumo total do sistema dos últimos 12 meses, não sendo jeito de forma individualizada por residências

Arsesp, agência responsável pela regulação do saneamento no Estado, estuda criar um gatilho que autoriza o aumento da tarifa caso haja uma queda significativa do consumo que impacte a receita da estatal. Segundo nota técnica da Arsesp, ligada ao governo Geraldo Alckmin (PSDB-SP), o objetivo é evitar "problemas de desequilíbrio econômico-financeiro gerados por variações bruscas de receita"; medida, que cria um mecanismo de reajuste automático, visa evitar prejuízos em função de eventuais racionamentos; cálculo seria feito com base no consumo total do sistema dos últimos 12 meses, não sendo jeito de forma individualizada por residências
Arsesp, agência responsável pela regulação do saneamento no Estado, estuda criar um gatilho que autoriza o aumento da tarifa caso haja uma queda significativa do consumo que impacte a receita da estatal. Segundo nota técnica da Arsesp, ligada ao governo Geraldo Alckmin (PSDB-SP), o objetivo é evitar "problemas de desequilíbrio econômico-financeiro gerados por variações bruscas de receita"; medida, que cria um mecanismo de reajuste automático, visa evitar prejuízos em função de eventuais racionamentos; cálculo seria feito com base no consumo total do sistema dos últimos 12 meses, não sendo jeito de forma individualizada por residências (Foto: Paulo Emílio)


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São Paulo 247 - Os consumidores paulistas poderão pagar mais caro pela água que consomem mesmo que venham a economizar em caso de racionamento. A Arsesp, agência responsável pela regulação do saneamento no Estado de São Paulo, estuda criar um gatilho que autoriza o aumento da tarifa caso haja uma queda significativa do consumo que impacte a receita da estatal. Segundo nota técnica da Arsesp, ligada ao governo Geraldo Alckmin (PSDB-SP), o objetivo é evitar "problemas de desequilíbrio econômico-financeiro gerados por variações bruscas de receita".

A medida, que cria um mecanismo de reajuste automático, visa evitar prejuízos em função de eventuais racionamentos, quando a população é obrigada a reduzir drasticamente o consumo de água em função da crise hídrica. O gatilho serviria para atender as necessidades da estatal tanto em situações de redução como de aumento do consumo.

O reajuste proposto pela Sabesp incidiria sempre que a variação no consumo for de 10%. O cálculo seria feito com base no consumo total do sistema dos últimos 12 meses, não sendo jeito de forma individualizada por residências.

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Para o Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), ouvido pela Folha de São Paulo, a adoção do sistema serviria para "punir a sociedade e não inibir o consumo perdulário".

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