Alckmin: 'Não é possível tolerar vandalismo'
Governador diz que orientação é garantir a manifestação, a liberdade de expressão, e a integridade física dos manifestantes. No entanto, diz que o povo de São Paulo não aceita baderna. Em ato ‘Fora, Alckmin’, a Força Tática usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar o protesto, após a depredação de agências bancárias e de uma concessionária de veículos
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247 - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) elogiou ontem a atuação da Polícia Militar ao reprimir as manifestações realizadas anteontem em São Paulo.
"Não é possível tolerar vandalismo. O povo de São Paulo não aceita baderna. Então, a polícia sempre vai agir com rigor no sentido de garantir a integridade física das pessoas e os patrimônios público e privado".
A Força Tática usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar os manifestantes, após a depredação de agências bancárias e de uma concessionária de veículos. Com os rostos cobertos, manifestantes usaram marretas e pedras nos ataques. Muros e prédios também foram pichados. Cerca de 20 pessoas foram detidas.
Segundo o governador, "a polícia agiu na medida correta. Qual tem sido a orientação? Garantir a manifestação, a liberdade de expressão, garantir a integridade física dos manifestantes. Acho que o Brasil está vivendo um outro momento, um momento positivo. As pessoas querem participar, ser ouvidas, o país ganha com isso", afirmou.
De acordo com o governador, as prisões só podem ocorrer quando há delito. "Não se pode deter ninguém se ela não cometeu um delito. Não pode ter prisão preventiva se não tem delito. A polícia agiu corretamente, tanto que prendeu quem fez baderna".
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