Alckmin fala como candidato e promete privatizar maioria das estatais
Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), prometeu, se eleito à Presidência da República, privatizar a maioria das 150 estatais federais e adotar uma agenda reformista que tire o que chamou de "Estado paquiderme" das costas dos trabalhadores e dos empreendedores; "Vou trabalhar para tirar das costas do trabalhador e do empreendedor brasileiro esse Estado paquiderme", disse; "Vou defender uma agenda reformista", completou
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Reuters - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), falou nesta segunda-feira como candidato à Presidência da República e prometeu, se eleito, privatizar a maioria das 150 estatais federais e adotar uma agenda reformista que tire o que chamou de "Estado paquiderme" das costas dos trabalhadores e dos empreendedores.
Alckmin também disse que, se for candidato e vencer as eleições, criará o Ministério da Segurança para que o governo federal tenha papel mais ativo na questão da segurança pública, atualmente de responsabilidade dos Estados.
"Eu vou trabalhar para tirar das costas do trabalhador e do empreendedor brasileiro esse Estado paquiderme", disse Alckmin durante evento promovido pela revista Veja.
"Vou defender uma agenda reformista", acrescentou o governador.
Alckmin, que tem sido cotado para assumir a presidência do PSDB na convenção nacional do partido em 9 de dezembro, procurou se esquivar do assunto e afirmou que um encontro na noite desta segunda entre o senador Tasso Jereissati (CE) e o governador de Goiás, Marconi Perillo, pré-candidatos ao comando tucano, deverá definir este assunto.
O governador negou que haveria conflito de interesse no caso de assumir a presidência tucana e disputar prévias internas para definir o candidato do PSDB à Presidência e disse que, se for candidato, pretende fazer aliança eleitoral com "cinco, seis, sete partidos".
Reportagem de Eduardo Simões
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