Alckmin e Haddad se chocam em SP
Governador tucano reage contra medidas do prefeito petista na segurança que, segundo ele, extrapolam atribuições do município; Estado vive crise de violência
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247 – A política da boa vizinhança entre o PT e o PSDB em São Paulo está por um fio. O governador Geraldo Alckmin, que enfrenta uma crise de violência sem precedentes, teria chegado a seu limite com ações do prefeito Fernando Haddad com a PM. Leia a informação de Vera Magalhães, do Painel, da Folha:
Cada um na sua
Após um início cordial, a relação entre Geraldo Alckmin e Fernando Haddad vive uma crise. O tucano reagiu a medidas do petista que extrapolam, a seu ver, atribuições do município. O estopim foi o prefeito anunciar que deslocaria policiais que atuam na operação delegada para rondas noturnas. Para o governador, ações de segurança são responsabilidade do Estado. "Embora o discurso seja de parceria republicana, a sensação é de que 2014 já começou.", resume um alckmista.
Lista
Alckmin já havia se queixado em três casos, todos referentes a promessas de campanha do PT: a ideia de estadualizar a inspeção veicular, o anúncio de que a prefeitura construiria estação de metrô no Jardim Ângela e a discussão do bilhete único mensal à revelia do governo.
Como assim?
Haddadistas se dizem surpresos com a reação do tucano e garantem que a mudança na ação policial foi tratada diretamente com o comandante da PM, Benedito Meira. "Tudo foi feito com a participação e a anuência do comando do policiamento", diz um secretário.
Mão dupla
Enquanto isso, o prefeito pediu audiência com Alckmin para tratar de dois temas: Copa do Mundo e Fórmula 1. O governador topou, mas quer colocar em pauta a ajuda da prefeitura para o programa de internação compulsória de dependentes de crack na capital.
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