Alckmin deixa 5 mil aprovados em concurso na mão

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, decidiu deixar na mão 5 mil aprovados num concurso público para reforçar a PM; ele alega que, diante da crise econômica, que é fruto do golpe que ele apoia, não há recursos para as contratações

SP - ALCKMIN/FAPESP - POL�TICA - O governador de S�o Paulo, Geraldo Alckmin, durante cerim�nia que marca o in�cio das comemora��es dos 50 anos da   Funda��o de Amparo � Pesquisa do Estado de S�o Paulo (FAPESP), no audit�rio da FAPESP, na regi�o oeste da c
SP - ALCKMIN/FAPESP - POL�TICA - O governador de S�o Paulo, Geraldo Alckmin, durante cerim�nia que marca o in�cio das comemora��es dos 50 anos da Funda��o de Amparo � Pesquisa do Estado de S�o Paulo (FAPESP), no audit�rio da FAPESP, na regi�o oeste da c (Foto: Leonardo Attuch)


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SP 247 – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, decidiu deixar na mão 5 mil aprovados num concurso público para reforçar a PM.

Ele alega que, diante da crise econômica, que é fruto do golpe que ele apoia, não há recursos para as contratações.

"O Governo de São Paulo abriu edital, recolheu o dinheiro de inscrições, aplicou prova e não convocou nenhum dos candidatos do concurso público para oficial administrativo da Polícia Militar (PM). Agora, o prazo de validade do certame venceu e os aprovados para as cinco mil vagas anunciadas ficaram sem o emprego. A PM culpou a crise econômica do país para não contratar os classificados", aponta reportagem de Will Soares, no G1.

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"O edital do concurso foi publicado no Diário Oficial em junho de 2014, e a prova escrita foi realizada dois meses depois. Mais de 40 mil pessoas participaram. A taxa de inscrição foi fixada em R$ 45 e, excluindo os casos de candidatos que tiveram isenção parcial do pagamento por serem estudantes de baixa renda, renderia quase R$ 2 milhões à organização. O concurso para oficial administrativo da PM era inédito. A carreira foi criada por uma lei, sancionada pelo próprio governador Geraldo Alckmin (PSDB), no fim de 2013. Os profissionais substituiriam os antigos soldados temporários, que até pouco tempo trabalhavam em setores internos da corporação, mas por tempo de contrato e sem vínculo empregatício." 

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