AirBnB só decolou depois de jogar uma regra de ouro fora

Avaliado em US$ 31 bilhões e com um legado de disrupção, o AirBnB é uma das principais startups do mundo; mas para chegar no topo, a empresa passou dificuldades e teve que abandonar uma regra dourada das startups para prosperar: fizeram algo que não era escalável para tirar a empresa da dificuldade; uma jogada que deu certo

Avaliado em US$ 31 bilhões e com um legado de disrupção, o AirBnB é uma das principais startups do mundo; mas para chegar no topo, a empresa passou dificuldades e teve que abandonar uma regra dourada das startups para prosperar: fizeram algo que não era escalável para tirar a empresa da dificuldade; uma jogada que deu certo
Avaliado em US$ 31 bilhões e com um legado de disrupção, o AirBnB é uma das principais startups do mundo; mas para chegar no topo, a empresa passou dificuldades e teve que abandonar uma regra dourada das startups para prosperar: fizeram algo que não era escalável para tirar a empresa da dificuldade; uma jogada que deu certo (Foto: Leonardo Lucena)


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StartSe - Avaliado em US$ 31 bilhões e com um legado de disrupção, o AirBnB é uma das principais startups do mundo. Mas para chegar no topo, a empresa passou dificuldades e teve que abandonar uma regra dourada das startups para prosperar: fizeram algo que não era escalável para tirar a empresa da dificuldade. Uma jogada que deu certo.

O ano era 2009 e o AirBnB ainda não havia decolado. As pessoas entendidas em startups conseguiam ver que a empresa tinha uma inovação diruptora. Ela já estava na maior aceleradora do Vale do Silício, a Y Combinator. Mas a empresa estava em apuros e só recebia US$ 200 por semana pelos últimos oito meses, sem NENHUM crescimento.

Uma noite, os fundadores da empresa, já desesperados e com os cartões de crédito estourados por não ganharem nenhum dinheiro, foram atrás de saber o que estava errado nas listagens de Nova York. Perceberam um padrão nas 40 listagens da cidade: fotos ruins, pouco atraentes, que mais pareciam aquelas listagens padrões de imobiliárias. Não interessavam para quem olhava atrás de algo para alugar.

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Então tomaram uma decisão, uma solução longe de ser técnica. Iriam para Nova York, pegariam uma câmera profissional e trocariam aquelas fotos ruins por fotos tiradas em alta definição e que interessassem os usuários. E não havia nada que lhes mostrassem que essa ia ser a solução, apenas a intuição dos fundadores.

Mas deu certo e a empresa passou a receber US$ 400 por semana – a primeira evolução em oito meses. Era o turning-point da companhia.

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Anteriormente, eles acreditavam que TUDO precisava ser decidido por ser escalável e que informações que pegassem lhes mostrariam o que eles teriam que fazer. Agora, esse caso lhes tirava a fé em um dogma central que 99% das startups possuem – nem sempre a solução é técnica.

“Tínhamos essa mentalidade do Vale do Silício em que tudo precisa ser resolvido de uma maneira escalável, pois essa é a beleza da tecnologia, certo? Você pode escrever uma linha de programação que resolve o problema para 1, 10, 10.000 ou 1 milhão de consumidores. Acreditávamos nesse dogma, pois é assim que se resolvem os problemas no Vale, até encontrar Paul Graham da Y Combinator. E ali foi a primeira vez que alguém nos deu permissão para fazer coisas que não são escaláveis. E eu não vou esquecer isso, pois isso salvou a empresa”, fala Joe Gebbia, fundador da empresa.

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E o que aconteceu depois disso? Explodiu e chegou onde chegou, como mostra este infográfico:

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Graças à uma decisão de não levar seus dogmas tão a sério. O AirBnB é um dos grandes nomes do Vale do Silício e da sua mentalidade, e de como inovar. Para conhecer essa mentalidade, temos um ebook gratuito, que explica claramente o que fez a região se tornar a mais inovadora do mundo.

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