Agora advogado de Bruno diz que Eliza está em SP

Depois de dizer que a ex-modelo, que é considerada como morta pela Justiça, estava no exterior, defensor do goleiro Bruno, Rui Pimenta, diz que Eliza Samudio foi levada por um taxista a um hotel em São Paulo; advogado diz que viaja à capital paulista ainda nesta quarta para buscar provas

Agora advogado de Bruno diz que Eliza está em SP
Agora advogado de Bruno diz que Eliza está em SP (Foto: Edição 247)


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Mais um capítulo da novela de horror que cerca o caso Eliza Samudio. A cinco dias do julgamento do goleiro Bruno Fernandes e de outros quatro acusados de participação no desaparecimento e na morte da modelo, o advogado do atleta tenta suspender o júri.

Rui Pimenta se prepara para viajar a São Paulo nesta tarde atrás de um taxista que afirma ter levado a modelo até um hotel da cidade. "Ainda é cedo para falar sobre isso, e nem quero falar para não atrapalhar as investigações. O que posso dizer é que recebi a ligação de um taxista que viu fotos da Eliza na televisão e levou ela até um hotel. Alguma coisa vai mudar no reino da Dinamarca", diz o advogado.

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Reforçando a estratégia de que não houve crime algum, já que faltam provas, principalmente a ausência do corpo, o advogado critica o andamento do processo. "Esse processo tem que ir para o lixo. São mais de 1.500 páginas que deram um prejuízo enorme para o Estado. Isso é um verdadeiro absurdo", diz ele em tom de nervosismo.

O defensor de Bruno chegou a reconhecer a morte de Eliza, mas recuou. "Essa moça nunca esteve em cárcere. O Bruno nunca a obrigou a fazer um aborto. Essa história do menor é fantasiosa. Achei que ela estava morta porque não tinha lido todo o processo até então".

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Pimenta quer que o padrasto de Bruno, que teria ajudado Eliza a fazer o passaporte falso, possa depor no júri. Já a testemunha-chave do processo, que teria acompanhado e relatado à polícia o cárcere no sítio do goleiro, em Esmeraldas, e sua suposta execução, na casa de Bola, já avisou que não irá ao júri. Jorge Luiz está sob proteção do Estado.

No entanto, o promotor Henry Wagner Vasconcelos pediu à juíza Marixa Rodrigues que o depoimento de Jorge Luiz seja feito por videoconferência. Ele é testemunha comum da defesa e da acusação. O jovem relatou o cárcere e a morte de Eliza à polícia. "Ele vai ter que desmentir a história que inventou", diz Quaresma. Informações de O Tempo Online.

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