Afilhado de Almeida ficou cinco dias no cargo
Dos três indicados pelo deputado federal Cícero Almeida (PMDB-AL) ao governo Federal, um deles, para a representação local do Departamento Nacional de Pesquisa Minerral (DNPM), ficou cinco dias no cargo; exoneração ocorre pelo fato de o parlamentar ter votado contra a reforma trabalhista
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Por reportermaceio.com.br - Das três indicações que o deputado federal Cícero Almeida fez ao governo Federal, no primeiro ato publicado uma leva de afilhados que perderam cargos pela infidelidade na reforma trabalhista. Um deles já foi confirmado: Ranilson Campos, nomeado na semana passada, pelo presidente Michel Temer para a representação local do Departamento Nacional de Pesquisa Minerral(DNPM), foi exonerado em tempo recorde: só passou no cargo cinco dias.
Resta sair ainda: um diretor do Banco do Nordeste, que por sinal, virou uma indicação do governo de Alagoas, a pedido do todo poderoso secretário e empresário Fábio Farias. E ainda tem outro cargo, direção do Correio, que anda até enfrentando uma greve geral dos servidores.
O diretor do Correio tomou posse há 15 dias.
No Palácio do Planalto, já sabe que Ciço Almeida é pau mandado do senador Renan Calheiros que orientou ele a votar contra o Temer.
Almeida tem certeza absoluta que os outros dois já andam arrumando a gaveta para serem exonerados.
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