Aécio se cala sobre Temer, o "chefe da quadrilha"
Em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ter perdido as eleições presidenciais para uma organização criminosa; hoje, 72 horas depois que Michel Temer foi denunciado como chefe da organização criminosa que governa o Brasil, Aécio se mantém calado; sua última manifestação no Facebook aconteceu no dia 6 de setembro, sobre a reforma política; num vídeo demolidor, Leonardo Stoppa explica o silêncio de Aécio e deixa claro que a luta do parlamentar mineiro, que liderou o golpe de 2016, sempre foi pela poder – e nunca contra a corrupção; aliás, ele tem um pedido de prisão ainda não julgado pelo Supremo Tribunal Federal
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Minas 247 – Em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ter perdido as eleições presidenciais para uma organização criminosa, e não para um partido político.
Hoje, 72 horas depois que Michel Temer foi denunciado como chefe da organização criminosa que governa o Brasil, Aécio se mantém calado.
Sua última manifestação no Facebook aconteceu no dia 6 de setembro, sobre a reforma política.
Num vídeo demolidor, Leonardo Stoppa explica o silêncio de Aécio e deixa claro que a luta do parlamentar mineiro, que liderou o golpe de 2016, sempre foi pela poder – e nunca contra a corrupção.
Aliás, ele tem um pedido de prisão ainda não julgado pelo Supremo Tribunal Federal.
Confira, abaixo, o vídeo de Stoppa para a TV 247:
Leia, ainda, a postagem mais recente de Aécio:
Chamo a atenção para a importância de duas medidas aprovadas em primeiro turno ontem na Câmara dos Deputados: o fim das coligações proporcionais nas eleições e a criação da cláusula de desempenho para os partidos políticos.
As duas medidas são centrais para reorganizar o quadro partidário no Brasil e reaproximar a sociedade da política. Como se dará isso? Com o fim das coligações, o cidadão elegerá parlamentares com verdadeira representatividade junto à população. Com a cláusula de desempenho, o eleitor decidirá quais os partidos políticos terão participação no fundo partidário e no tempo de televisão.
Agora, nosso esforço será aprovar essas novas regras em segundo turno, até outubro, para que elas possam valer nas eleições do ano que vem.
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