Aécio pede ao STF mais prazo e acesso às delações da JBS

Senador Aécio Neves (PSDB-MG), denunciado por obstrução da Justiça e corrupção passiva, pediu que o ministro relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, amplie o prazo dado à defesa até que as gravações feitas por executivos da JBS sejam anexadas aos autos do processo; advogados alegam que somente assim será possível verificar a legalidade das provas apresentadas;  empresário e delator Joesley Batista, um dos donos da JBS, e o ex-procurador Marcello Miller já conseguiram acesso ao material

Senador Aécio Neves (PSDB-MG), denunciado por obstrução da Justiça e corrupção passiva, pediu que o ministro relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, amplie o prazo dado à defesa até que as gravações feitas por executivos da JBS sejam anexadas aos autos do processo; advogados alegam que somente assim será possível verificar a legalidade das provas apresentadas;  empresário e delator Joesley Batista, um dos donos da JBS, e o ex-procurador Marcello Miller já conseguiram acesso ao material
Senador Aécio Neves (PSDB-MG), denunciado por obstrução da Justiça e corrupção passiva, pediu que o ministro relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, amplie o prazo dado à defesa até que as gravações feitas por executivos da JBS sejam anexadas aos autos do processo; advogados alegam que somente assim será possível verificar a legalidade das provas apresentadas;  empresário e delator Joesley Batista, um dos donos da JBS, e o ex-procurador Marcello Miller já conseguiram acesso ao material (Foto: Paulo Emílio)


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Minas 247 - O senador Aécio Neves (PSDB-MG), denunciado por obstrução da Justiça e corrupção passiva, pediu que o ministro relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, amplie o prazo dado à defesa até que as gravações feitas por executivos da JBS sejam anexadas aos autos do processo. Advogados alegam que somente assim será possível verificar a legalidade das provas apresentadas. O empresário e delator Joesley Batista, um dos donos da JBS, e o ex-procurador Marcello Miller já conseguiram acesso ao material.

Segundo a defesa de Aécio, existe a suspeita que os delatores Joesley Batista e o executivo Ricardo Saud tenham omitido informações em seus depoimentos, o que acebou por levar a suspensão dos acordos de delação premiada. Os advogados também questionam se o ex-procurador da República Marcello Miller, teria orientado os delatores enquanto ainda estava no cargo.

"O conhecimento do inteiro teor dos elementos de prova referidos na reportagem e o acesso à íntegra da própria representação pela prisão de Marcello Miller são essenciais, tanto para que Vossa Excelência (Marco Aurélio) — juiz natural da causa — possa conhecer o real contexto em que se deram as delações e as conversas que são usadas como prova no presente feito, como para o exercício da ampla defesa do peticionário (Aécio), envolvido diretamente na arapuca de delatores que buscavam, a todo custo, produzir pseudo-provas para se livrarem de responsabilidade penal", justificaram os advogados em sua petição.

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Aécio responde a nove inquéritos no STF, sendo dois deles com base nas delações da JBS. Outros cinco estão ligados a delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht, além de outros dois inquéritos abertos a partir das delações do ex-senador Delcídio do Amaral.

 

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