Aécio escolhe atacar economia: "PIB é pífio"

Agora pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador tucano diz que "o Brasil não pode mais terceirizar as responsabilidades pelo pífio crescimento da economia". "Há pouco tempo, o ministro (da Fazenda, Guido Mantega) esteve aqui no Senado Federal e disse que o Brasil cresceria neste ano 4%, mas a realidade do País é outra", criticou

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Minas247 - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) prefere esperar o "amanhecer de 2014" para lançar uma candidatura à Presidência da República, mas, desde esta segunda-feira, quando lideranças tucanas lançaram seu nome à próxima disputa presidencial, as suas manifestações públicas devem ganhar em peso. Não por acaso, o senador aproveitou o baixo crescimento do PIB no terceiro trimestre para criticar o governo federal nesta terça-feira.

Em entrevista à TV da Liderança do PSDB no Senado, Aécio disse que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi o único que ficou surpreendido com a divulgação "pífia" do crescimento de 0,6% do PIB. Para o tucano, além da falta de políticas consistentes do governo federal para áreas cruciais da economia, o resultado mais grave é que houve um desencontro das altas expectativas do ministro Mantega com a realidade do Brasil.

"Há pouco tempo o ministro esteve aqui no Senado Federal e disse que o Brasil cresceria neste ano 4%, mas a realidade do País é outra", criticou o senador mineiro. "Nós não conseguimos mais garantir o crescimento apenas com o oferecimento de crédito. É preciso que ocorra uma atração de investimentos, e o Brasil caminha na linha inversa, ao desrespeitar contratos, ao criar, por exemplo, uma instabilidade no setor elétrico com reflexos no setor do petróleo", completou.

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Para Aécio, o país "caminha na direção contrária do que é mais necessário hoje para o seu desenvolvimento: a busca de investimentos privados, nacionais e externos". "Lamentavelmente o Brasil crescerá este ano menos do que todos os outros países vizinhos da América do Sul", destacou. "A Europa, que está afundada em uma crise sem precedentes, crescerá um pouco mais do que o Brasil. O Brasil não pode mais terceirizar as responsabilidades pelo pífio crescimento da economia", alertou o senador.

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