Advogado oferece banana a atendente negra e é preso por racismo

Advogado de 55 anos foi preso em flagrante, no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, sob acusação de praticar um ato racista contra uma funcionária da Azul Linhas Aéreas; após uma discussão no check-in da empresa, ele retirou uma banana de sua mochila e entregou à atendente negra; vítima acionou a Polícia Federal e o passageiro foi preso em flagrante quando já estava dentro do avião, indo para Corumbá, no Mato Grosso do Sul

Advogado de 55 anos foi preso em flagrante, no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, sob acusação de praticar um ato racista contra uma funcionária da Azul Linhas Aéreas; após uma discussão no check-in da empresa, ele retirou uma banana de sua mochila e entregou à atendente negra; vítima acionou a Polícia Federal e o passageiro foi preso em flagrante quando já estava dentro do avião, indo para Corumbá, no Mato Grosso do Sul
Advogado de 55 anos foi preso em flagrante, no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, sob acusação de praticar um ato racista contra uma funcionária da Azul Linhas Aéreas; após uma discussão no check-in da empresa, ele retirou uma banana de sua mochila e entregou à atendente negra; vítima acionou a Polícia Federal e o passageiro foi preso em flagrante quando já estava dentro do avião, indo para Corumbá, no Mato Grosso do Sul (Foto: Paulo Emílio)


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Revista Fórum - Um advogado de 55 anos foi preso na sexta-feira (4) em flagrante, no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, sob acusação de praticar um ato racista contra uma funcionária da Azul Linhas Aéreas.

Após uma discussão no check-in da empresa, ele retirou uma banana de sua mochila e entregou à atendente negra. A vítima fez uma denúncia à Polícia Federal e o passageiro foi preso em flagrante quando já dentro do avião indo para Corumbá, no Mato Grosso do Sul.

Testemunhas que presenciaram o ato de racismo prestaram depoimento à Polícia Federal. O advogado foi levado para a Superintendência da PF em Belo Horizonte e depois encaminhado para a Polícia Civil de Vespasiano (MG).

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A Polícia Civil estipulou uma fiança no valor de R$ 3.000,00, mas o advogado continuava preso até o início da noite de ontem,sexta sexta-feira.

Por meio de nota à imprensa, a Azul informou que já está prestando assistência à sua tripulante e que não vai comentar o caso para não atrapalhar o inquérito policial.

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