Adolescentes que cumpriam medidas socioeducativas são assassinados

Quatro adolescentes, com idades entre 12  e 17 anos, que cumpriam medidas socioeducativas no Centro de Semiliberdade Mártir Francisca, foram assassinados na madrugada desta segunda-feira (13). Os jovens foram retirados à força de dentro da unidade e executados. A Policia Civil está investigando o caso e suspeita de ligação com as facções criminosas que atuam no Ceará

Quatro adolescentes, com idades entre 12  e 17 anos, que cumpriam medidas socioeducativas no Centro de Semiliberdade Mártir Francisca, foram assassinados na madrugada desta segunda-feira (13). Os jovens foram retirados à força de dentro da unidade e executados. A Policia Civil está investigando o caso e suspeita de ligação com as facções criminosas que atuam no Ceará
Quatro adolescentes, com idades entre 12  e 17 anos, que cumpriam medidas socioeducativas no Centro de Semiliberdade Mártir Francisca, foram assassinados na madrugada desta segunda-feira (13). Os jovens foram retirados à força de dentro da unidade e executados. A Policia Civil está investigando o caso e suspeita de ligação com as facções criminosas que atuam no Ceará (Foto: Fatima 247)


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Ceará 247 - Quatro adolescentes, com idades entre 12  e 17 anos, que cumpriam medidas socioeducativas no Centro de Semiliberdade Mártir Francisca, foram assassinados na madrugada desta segunda-feira (13). Os jovens foram retirados à força de dentro da unidade e executados. O caso aconteceu por volta das 3 horas da madrugada, quando cerca de dez homens fortemente armados pularam o muro, renderam a segurança e invadiram o local. Os quatro jovens foram executados nas proximidades do Centro, próximo à comunidade conhecida como “Muro Alto”.

Após a confusão, mais de 15 outros jovens fugiram da instituição, mas cerca de 10 já foram recapturados.

O juiz Manoel Clístenes, titular da 5ª Vara da Infância e da Juventude de Fortaleza, afirmou ao portal G1 que esta chacina foi o "caso mais grave já registrado no Sistema Socioeducacional de Fortaleza". "É um caso sem precedente. Uma situação gravíssima que prejudica a ressocialização dos jovens que ficaram", afirmou o magistrado.

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A Superintendência do Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo (Seas), que administra os centros socioeducacionais, ainda não se pronunciou sobre o caso. A Policia Civil está investigando o caso e suspeita de ligação com as facções criminosas que atuam no Ceará.

 

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