Adélio Bispo agiu sozinho e por motivação política, conclui PF

A Polícia Federal concluiu nesta sexta-feira, 28, que o agressor do candidato Jair Bolsonaro (PSL), Adélio Bispo de Oliveira, agiu sozinho. Ele foi indiciado por prática de atentado pessoal por inconformismo político, crime previsto na Lei de Segurança Nacional; um segundo inquérito foi aberto para dar continuidade às apurações; "No que tange à participação ou coautoria no local do evento, a partir de evidência colhidas, descarta-se o envolvimento de terceiros", diz o inquérito

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Minas 247 - A Polícia Federal concluiu nesta sexta-feira, 28, que o agressor do candidato Jair Bolsonaro (PSL), Adélio Bispo de Oliveira, agiu sozinho. Ele foi indiciado por prática de atentado pessoal por inconformismo político, crime previsto na Lei de Segurança Nacional.

Um segundo inquérito foi aberto para dar continuidade às apurações. "No que tange à participação ou coautoria no local do evento, a partir de evidência colhidas, descarta-se o envolvimento de terceiros", diz o inquérito.

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Segundo a PF, antes do atentando, o investigado fotografou locais em que Bolsonaro estaria em Juiz de Fora, como a Câmara Municipal, e também um outdoor que anunciava a presença de Bolsonaro na cidade.

Em outras fotos encontradas no celular de Adélio Bispo de Oliveira, "restou evidenciado que esteve acompanhando o presidenciável Jair Messias Bolsonaro durante todo o dia, tendo tido, inclusive, acesso a ao hotel em que estava programado um almoço com empresários".

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"Configuram-se, portanto, indubitavelmente, indícios robustos de que houve uma decisão prévia, reflexiva e arquitetada, por parte de Adélio Bispo de Oliveira para atentar contra a vida do candidato", diz a PF.

Segundo a polícia, a pena para o crime pelo qual Adélio Bispo de Oliveira foi indiciado é de três a dez anos de prisão e, em caso de lesão corporal grave, pode ser aumentada até o dobro.

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