Acrísio Sena: “Parlamentarismo de fachada reflete o medo de Lula nas pesquisas”
O vereador Acrísio Sena criticou a proposta que prevê a adoção do semipresidencialista no Brasil, pela qual o presidente teria poderes reduzidos e o País seria governado por um primeiro-ministro. Na opinião do parlamentar, a medida, que conta com o apoio do presidente do TSE, Gilmar Mendes, reflete a apreensão dos partidos que comandam o País com os resultados das últimas pesquisas eleitorais. “Estamos vivendo um golpe dentro do golpe, com a tentativa de criar um parlamentarismo de fachada, um conluio entre o governo Temer, STF e TSE, pelo medo de perder a eleição para Lula, que mesmo atacado diariamente, se mantém à frente em todas as pesquisas”, avaliou
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Ceará 247 - “Estamos vivendo um golpe dentro do golpe, com a tentativa de criar um parlamentarismo de fachada, um conluio entre o governo Temer, STF e TSE, pelo medo de perder a eleição para Lula, que mesmo atacado diariamente, se mantém à frente em todas as pesquisas”, afirmou nesta quarta-feira (29) o vereador Acrísio Sena (PT).
O pronunciamento criticou a minuta da proposta que prevê a adoção do semipresidencialismo no Brasil, que já está pronta, com apoio do presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Gilmar Mendes, pela qual o presidente teria poderes reduzidos e o país seria governado por um primeiro-ministro.
Acrísio Sena lembrou que, historicamente, a mesma estratégia foi adotada em 1962, para tentar retirar poderes de João Goulart: “como não deu certo, os militares apelaram para o golpe e implantaram uma ditadura”. Em 1963 e 1993, dois plebiscitos deram vitória esmagadora ao presidencialismo, rejeitando o parlamentarismo.
O petista leu a nota de protesto assinada por PT, PDT, PCdoB e PSB, que diz, entre outras coisas, que “só por meio de eleições livres e democráticas teremos um governo com a necessária legitimidade para superar a grave crise econômica, social e política em que o país se encontra, retomar o desenvolvimento com justiça social, a geração de empregos e a defesa do patrimônio nacional”.
O parlamentar anunciou que vai pedir para incluir a nota nos anais da Câmara. “Não podemos aceitar que um governo sem legitimidade, um Congresso desmoralizado e setores conservadores do Judiciário desrespeitem as regras do jogo democrático para continuar desmontando o patrimônio do Estado, acabando as políticas sociais, retirando direitos dos trabalhadores e obrigando o povo a morrer antes de se aposentar”, finalizou.
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