99% dos municípios alagoanos pagaram o 13º, diz AMA
A Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) informou que 99% dos municípios efetuaram o pagamento do 13º salário, apesar da crise econômica que ainda assola boa parte das cidades; no início deste mês, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) estimava que mais de 53% das cidades brasileiras pagariam o 13º em parcela única; das 4.434 prefeituras que concederam informações, 53,7% sinalizaram pagamento em parcela única; delas, 15,4% já haviam transferido os recursos até dia 8 de dezembro, e 75% iriam cumprir com a demanda agora em dezembro
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Por Jobison Barros/gazetaweb.com - A Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), através da assessoria de comunicação, informou que 99% dos municípios alagoanos efetuaram o pagamento do 13º salário, apesar da crise econômica que ainda assola boa parte das cidades.
Por telefone, a assessoria confirmou que os gestores conseguiram honrar com o pagamento do tão esperado 13º salário. "Quase todos os 102 municípios quitaram as contas".
Os nomes dos municípios que ainda estão com esta pendência não foram divulgados.
No último dia 12, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgou que mais de 53% das cidades brasileiras pagariam o 13º em parcela única. Das 4.434 prefeituras que concederam informações, 53,7% sinalizaram pagamento em parcela única. Delas, 15,4% já haviam transferido os recursos até dia 8 de dezembro, e 75% iriam cumprir com a demanda agora em dezembro.
Dos demais, 44,5% parcelaram o benefício dos trabalhadores e 1,8% não concedeu essas informações. Pelas regras vigentes, o 13º deveria ser repassado até 20 deste mês. No caso dos municípios que optaram pela remuneração em duas parcelas, 91,2% já pagaram a primeira prestação, uma vez que a data-limite venceu em 30 de novembro, e apenas 1,9% deveria atrasar o pagamento - o que representa 600 prefeituras.
"A economia pode estar melhorando, mas o retorno demora a impactar a arrecadação. Para os municípios, a crise neste fim de ano está muito violenta e, no início do ano que vem, teremos que lidar com duas situações muito difíceis: o cumprimento do piso para o magistério e o aumento do salário mínimo. Principalmente no Nordeste, esses dois componentes têm um impacto muito grande e vai aprofundar ainda mais a crise", explicou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.
Com agências
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